Renault e Airbus vão desenvolver baterias para carros elétricos e aviões híbridos

4 Comentários

O futuro está a apontar cada vez mais para as baterias e a mobilidade elétrica está a ser, a passos largos, uma realidade – apesar da discórdia. Assim sendo, a Renault e a Airbus vão juntar-se para criar baterias da próxima geração para carros elétricos.

Além disso, desenvolverão também baterias para aviões híbridos.

Parceria entre a Renault e a Airbus

A Renault e a Airbus assinaram um acordo para trabalharem em conjunto no desenvolvimento da tecnologia de baterias que alimentará a próxima geração de automóveis e aviões. Apesar de falarmos muito nos carros elétricos, a verdade é que a quantidade de projetos para viagens aéreas mais sustentáveis também está a crescer.

Pela primeira vez, dois líderes europeus de diferentes indústrias estão a partilhar conhecimentos de engenharia para moldar o futuro dos aviões híbridos elétricos. A aviação é um campo extremamente exigente em termos de segurança e consumo de energia, tal como a indústria automóvel.

Partilhou Gilles Le Borgne, vice-presidente executivo de engenharia da Renault, numa declaração.

Gilles Le Borgne, vice-presidente executivo de engenharia da Renault
Gilles Le Borgne, vice-presidente executivo de engenharia da Renault

 

Assim sendo, as equipas de engenharia das duas empresas vão juntar-se para realizarem investigação, no sentido de desenvolverem soluções para melhorar o desempenho das baterias. O resultado desta parceria poderá impulsionar as vendas de carros elétricos e sustentar os primeiros aviões híbridos e elétricos.

A parceria centrar-se-á na otimização da gestão de energia e na melhoria do peso da bateria. Afinal, a Renault e a Airbus procuram passar da química celular atual para sistemas de eletrólitos sólidos. Conforme esperam, esta transição permitirá duplicar a densidade de energia dentro de seis a sete anos.

Baterias

As empresas comprometeram-se a analisar todo o ciclo de vida das futuras baterias, incluindo a reciclagem, para reduzir a sua pegada de carbono. Esta questão é cada vez mais importante, devido ao preço crescente dos materiais e da consciência do impacto que a sua extração e processamento tem no ambiente.

O acordo entre a Renault e a Airbus, reflete os esforços das empresas em adotar formas de mobilidade mais sustentáveis.

 

Leia também:

Elétricos serão o maior dispositivo de recolha de dados até 2030, diz CEO da Volkswagen

Comentários

4

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de Grunho
    Grunho

    Avião comercial a baterias se conseguir descolar é para voos da Portela ao Barreiro ou de Pedras Rubras a Gaia.

    1. Avatar de Sakogan Verdadeiro
      Sakogan Verdadeiro

      Não sejas grunho, por ti ainda andavamos de carroca….por isso jamais seras lembrado pelas geracoes futuras. Apenas mais um toto

  2. Avatar de Jose Paulada
    Jose Paulada

    Renaultbus? Perceberam? Comentem ai para ver se perceberam a ideia, estou muito curioso

  3. Avatar de João Melo
    João Melo

    Boa Sorte a concorrer num mercado onde a China é Rei..