YouTube removeu mais de 17.000 canais nos últimos três meses 

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O YouTube tem enfrentado uma luta contra o ódio na sua plataforma de vídeos. Foram vários os vídeos retirados e os canais removidos ao longo dos últimos três meses.

A empresa deu a conhecer que se muniu de esforços para fazer face a esta realidade e removeu mais de 17.000 canais e 100.000 vídeos, números cinco vezes superiores aos do primeiro trimestre do ano.

YouTube


O YouTube ao longo dos últimos meses tem seguido um mote muito simples: Remover, Reduzir, Erguer e Recompensar. Nesse sentido, têm dado a conhecer alguns dos esforços efetuados para cada um dos princípios do seu mote. A primeira, ‘remover’, está relacionada com a retirada de material tóxico, ofensiva e que incentiva ao ódio da sua plataforma.

A plataforma de vídeos pertencente à Google deu a conhecer os resultados da campanha efetuada. Assim, foram mais de 17.000 canais banidos e 100.000 vídeos apagados que tinham mensagens de ódio. Quanto aos comentários, foram removidos mais de 500 milhões.

Comparativamente aos números do primeiro trimestre de 2019, o trabalho do YouTube refletiu-se em cinco vezes mais conteúdo barrado. Não obstante, a empresa afirma que vai continuar a realizar estes esforços para manter a sua plataforma limpa de ódio.

Para alcançar estes números, contou com a ajuda de um sistema automatizado de filtração de conteúdo. Cerca de 87% dos vídeos removidos contaram com a ação deste sistema, que assim se torna aliado essencial na luta.

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Para além disso, foi usado Machine Learning para analisar e barrar certos conteúdos, nomeadamente spam, antes mesmo de serem publicados na plataforma. Esta automatização usando diversos mecanismos proporciona uma magnitude incrível no processo de deteção, segundo o YouTube.

Devido à nossa capacidade de remover rapidamente este conteúdo, os vídeos que violam as nossas políticas representam uma fração de um por cento das visualizações no YouTube.

No entanto, é muito difícil barrar todos os conteúdos inapropriados antes de estes serem publicados. Deste modo, a Google reuniu uma equipa de mais de 10.000 pessoas para detetar, rever e remover conteúdo que viola as políticas do YouTube.

Com esta nova fase, a maior plataforma de vídeos do mundo pretende tornar-se num ambiente mais amigável e saudável para os utilizadores. Ao retirar o ódio e a ofensa da equação, sem dúvida que o YouTube estará mais próximo dos seus objetivos.

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  1. Avatar de João M
    João M

    “A primeira, ‘remover’, está relacionada com a retirada de material tóxico, ofensiva e que incentiva ao ódio da sua plataforma.” — Existem, de facto, situações em que se apela a ódio, no entanto, o youtube/google está cada vez mais a tornarº-se uma plataforma ideológica em que qualquer ideia que seja “contra” a ideologia destas companhias é vista como mensagens de ódio pelos “snowflakes” que por aí andam. Não falo de mensagens do Daesh ou parecido (grupos terroristas, ou grupos nitidamente de ódio) mas falo de censura a malta como Ben Shappiro, Jordan Peterson, ou canal PragerU, só para citar 3 exemplos.
    Claro que há malta que usa argumentos de que são empresas privadas e fazem o que quiserem, no entanto isso não é verdade. São empresas privadas é verdade, mas beneficiam de um estatuto de Forum publico de conteúdos (que segue os parametros de liberdade de expressão sem censura).

  2. Avatar de Miguel
    Miguel

    O problema é que estas politicas podem roçar a censura e dão um poder muito grande a quem as controla.

    Por exemplo se eu dizer.
    “Não gosto de pretos!” para muitos isto é racismo mas para muitos outros é apenas uma afirmação pessoal e que cada um é livre de pensar o que quiser desde que não ultrapasse as liberdades e garantias dos outros.

    Atenção foi só um exemplo.

    1. Avatar de Vinicius Nathan Martins
      Vinicius Nathan Martins

      Penso o mesmo sobre isso

  3. Avatar de Oliveira
    Oliveira

    Chama-se censura. Recomendo o bitchute

    1. Avatar de albino negro
      albino negro

      E diferente do youtube e de outros similares em que?