Samsung: smartphones dobráveis serão a solução num “mercado saturado”

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A Samsung é uma das pioneiras no mundo dos smartphones dobráveis. Está nesta corrida com outros players, mas sem dúvida que é a marca que mais se destaca. Trata-se de um campo “completamente novo” e que a empresa sul-coreana continua a desbravar, com perspetivas já traçadas para o futuro.

Responder às exigências dos consumidores passará por oferecer modelos mais finos e mais leves, com aplicações diferenciadoras.

Samsung prepara novos smartphones dobráveis mais finos e leves


Smartphones dobráveis – A solução num mercado saturado segundo a Samsung

Decorreu ontem o Samsung Electronics’ 2020 Investors Forum (Virtual). Este evento online foi o mote para Lee Jong-Min, diretor executivo da empresa, partilhar algumas das estratégias e ideias da Samsung relativamente ao futuro dos smartphones dobráveis.

Segundo Lee Jong-Min, este produto permitirá que as empresas continuem a crescer “no mercado saturado dos smartphones”. Além disso, não deverão ser encarados como uma continuidade do segmento dos modelos já existentes. Deverão, sim, ser entendidos como um segmento completamente novo.

Os telefones dobráveis ​​não são uma expansão dos smartphones existentes, mas um campo completamente novo

Além disso, os telefones dobráveis da Samsung ​​terão uma evolução, que nos parece óbvia, mas que é enfatizada neste fórum de investidores. Os “foldable phones” serão, no futuro, mais finos e leves. Na verdade, esse não foi o caso do Galaxy Z Fold2, que aumentou ligeiramente face ao modelo original, de 263g para 282g em termos de peso e a espessura passou de de 15,5 mm para 16,8 mm.

O perfil traçado aos utilizadores dos Z Fold2 e Z Flip revela que os proprietários de um Fold procura produtividade e o ecrã do tamanho de um tablet responde a essa necessidade. Já os do Flip são um grupo diferente, que dão preferência à portabilidade e ao design.

Samsung: smartphones dobráveis serão a solução num
O futuro Fold, o Galaxy Z Fold3 será um modelo premium que custará o mesmo que o modelo anterior, à volta dos 2000 €. No entanto, será revolucionário em termos de funcionalidade e de recursos exclusivos e já terá suporte à S Pen.

Até junho, mês em que deverá surgir este novo modelo, a Samsung terá tempo para aprimorar o ecrã e ajustar o próprio tamanho do smartphone.

Samsung desafia o mercado com os seus conceitos para os próximos smartphones

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  1. Avatar de Ze
    Ze

    A solução de um mercado saturado é começar a deixar de lançar telemóveis “novos” todos os anos.

    1. Avatar de Mário Alfeu
      Mário Alfeu

      E a preços em conta, esta escalada de preços tem sido brutal

      1. Avatar de fak
        fak

        enquanto o pessoal comprar eles também não baixam o preço. quanta mais procura, mais se podem dar ao luxo de subir os preços… se os Z custam 2000€, é porque há quem pague isso, embora toda a gente saiba que nunca na vida vale tanto… há sempre bolsos fundos que não se importam…

  2. Avatar de carlos
    carlos

    telemoveis dobraveis tal como estao sao um fiasco a todos os niveis
    design , usabilidade, preço etc

    1. Avatar de SANDOKAN 1513
      SANDOKAN 1513

      Completamente de acordo.Super caros.

  3. Avatar de Hugo
    Hugo

    Este tipo de apresentações faz me lembrar quando tinha reuniões comerciais e não tinha nada novo para dizer. Floreava uns numeros e objectivos platónicos. E lá ia entretendo os que não percebiam…

  4. Avatar de fak
    fak

    só não compro por uma razão: falta a capinha de transporte no cinto como tinha a nokia/motorola nos anos 90.
    porque com aquele tamanho e grossura, de certeza que se for para o bolso vai doer na perna…

  5. Avatar de Antonio
    Antonio

    E tem a samsung muita razão. Á muito que os smartphones são a mesma coisa todos os anos, comalterações que na prática pouco ou nada acrescentam os modelos anteriores.

  6. Avatar de Ze Duarte
    Ze Duarte

    Solução para o quê? Trazer algo novo para os consumidores voltarem a consumir? Solução para deixar os investidores contentes? Porque aos preços que isso custa e os problemas que trazem ainda têm de fazer muito para que seja uma solução viável a longo prazo.