Computação Ubíqua, sabe o que é?

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Marc Weiser, considerado o pai da computação ubíqua, previu há uma década atrás que no futuro, os computadores habitarão nos mais triviais objectos: etiquetas de roupas, chávenas de café, interruptores de luz, canetas, etc, de forma invisível para o utilizador.

Neste mundo de Weiser, devemos aprender a conviver com os computadores, e não apenas interagir com eles. Segundo a visão de Mark Weiser – “centenas de minúsculos computadores interagem e integram-se no ambiente de um modo tão natural que deixamos de ter a percepção da sua existência”.


A ideia básica da computação ubíqua é que a computação move-se para fora das estações de trabalho e computadores pessoais e torna-se pervasiva (implica que o computador está inserido no ambiente de forma invisível para o utilizador) na nossa vida quotidiana.

A computação ubíqua é uma área integradora de várias competências – programação; engenharia de software; sistemas de informação; inteligência artificial; redes; sistemas distribuídos.

A visão de Mark Weiser, segundo Adam Greenfield:

Everyware– The dawning age of ubiquitous computing 1of 8

A computação ubíqua requer computadores pequenos, baratos e tecnologias de ligação com ou sem fios a computadores de maior dimensão. Por exemplo uma casa controlada por dispositivos de computação ubíqua deverá ter controlo remoto das iluminação da casa, sistema de extinção de incêndios, sistemas de entretenimento integrados, sistemas para monitorizar as saúde dos ocupantes da casa, e um frigorífico que avise os ocupantes da casa dos produtos estragados ou fora da validade…

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Comentários

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  1. Avatar de Paulo Ribeiro

    siga fazer exploits para as máquinas de café do futuro e canetas etc 😀

  2. Avatar de Radnor
    Radnor

    Quando esse futuro vier, e ja nao esta muito longe la vou eu ter que comprar um PC melhor para correr o meu Hackintosh V1.2

    Huumm..venham os bons tempos !!!

  3. Avatar de Telmo M.
    Telmo M.

    E a evolução não para 🙂 …
    Vi durante uma pesquisa minha, uma previsão de um senhor cujo o nome não me lembro, que fez uma previsão do futuro e dizia que que em meados de 2029 as máquinas(talvez robôs ou computadores(provavelmente)) iriam ser tão inteligentes como o homem e até a nível emocional!
    Onde quero chegar com isto? Com essas máquinas por todo lado e com a nossa inteligência se elas se lembram de nos tramar alguma…Tamos feitos, pois provávelmente dependiamos ainda muito mais delas nessa altura do que agora, e ainda por cima elas iriam estar por todo o lado!
    Secalhar estou-me a basear também nos filmes em relação à trafulhice, mas n sei n…

  4. Avatar de Lokier
    Lokier

    Apesar da ciência que estuda o IA a nível computacional dizer o contrário é impossível as “máquinas” terem sentimentos, pois isso é humano. O máximo que poderão vir a fazer (ou não) é imitar as reacções humanas que nos levam e pensar que realmente a máquina estará a sentir, mas nunca sentirá.

    1. Avatar de Sketi
      Sketi

      Nós na verdade somos levados a simular essas mesmas reacções via químicos enviados pelo cérebro, quando comes algo que gostes o teu cérebro interpreta isso como algo bom e benéfico para o corpo e espalha serotonina pela corrente sanguínea.

      Biologicamente os sentimentos são químicos a “enganarem” o cérebro, mas não é por isso que nós não “sentimos”.

  5. Avatar de Eduardo
    Eduardo

    Tanto que eu gostava de uma máquina destas, emotiva ou não, que disse-se: Vai-te sentar ao sofá, vê lá o jogo descansado que eu já te levo uma cerveja fresquinha 🙂

  6. Avatar de pg
    pg

    O Linux é que nos vai ajudar com esse sonho.
    Já o temos em muitos aparelhos embebidos e com grandes resultados.

    mcm

  7. Avatar de TopPlus
    TopPlus

    Boas!

    Interessante conceito, realmente convém começar a pensar nestes equipamentos todos que cada vez mais nos rodeiam.
    Lá pro quarto vídeo o coisa fica mais interessante.

    Bom post!

  8. Avatar de José Fonseca
    José Fonseca

    Muito interessante

  9. Avatar de Pedro Pinto
    Pedro Pinto

    @pg

    Exacto. Actualmente já existem alguns dispositivos móveis onde o sistema operativo que normalmente usam é baseado no Linux. Vejam o exemplo do TinyOS (http://www.tinyos.net/) que é um sistema operativo com alguns 10kB e que é usado especialmente em redes de sensores.

    “A typical TinyOS ‘mote’ platform has 10 KB of RAM, 100 KB of ROM, and consumes 10 μA to 25 mA, depending on which components are active”

    Pedro Pinto

  10. Avatar de João Afonso
    João Afonso

    Só espero k o Arnold Schwarzenegger ainda esteja vivo nessa altura para nos salvar dum futuro medonho…

  11. Avatar de leonardo
    leonardo

    hum , é interessante esse negocio de computação ubiqua e pervasiva, mas essa baboseira de IA no futuro ser perfeita, isso nao existe :P, ja estudaram IA?? uma meia duzia de algoritmos de busca enlaçados com meia duzias de brach and bounds, e outra meia duzia de metodos estatistico, bem o que eu quero dizer é que de Inteligente a Ia nao tem nad. Nunca vai existir um robo que simule emoçao humana :P, ele vai so olhar um if e dizer agora eu choro, agora eu rio :P.

    Legal vai ser ter cuecas com chips que dizem ops vc deu uma freiada XDkkkkkkkkkkkk

    1. Avatar de AnaC
      AnaC

      Já estudei IA e concordo com o Leonardo, a programação de um robot não passa de uma representação de conhecimento. O robot apenas irá procurar o if em que se encaixa a informação captada pelos sensores e efectuar a acção 🙂
      btw sensores na roupa intima eram melhores para monitorizar batimentos cardiacos ou assim 😀

      cumprimentos

  12. Avatar de Hilton
    Hilton

    Também tem um if na sua cabeça pra dizer se você chora ou ri. 🙂

  13. Avatar de João Bruno Abou Hatem de Liz
    João Bruno Abou Hatem de Liz

    Pessoal, acho que computação ubíqua é mais abrangente que isso, e já está entre nós.
    Sistemas Ubíquos permitem, por exemplo, o controle de um sistema de ar-condicionado, através de um servidor central em um prédio, que recebe informações sobre a temperatura através de sensores e envia um sinal de saída para o sistema de ar-condicionado que equilibra a temperatura. Isso já existe.
    Quanto aos robôs com emoção, é complicado se desenvolver um robô com emocões iguais as nossas, porém hoje os robôs já possuem o que a gente chama de emoções lógicas. Isso é, emoções que nós programamos neles que os permitem tomar decisões em situações que não foram previstas por nós. Isso os possibilita aprender.
    Mas, realmente, esse é um tópico incrível, com diversas aplicações.