Marc Weiser, considerado o pai da computação ubíqua, previu há uma década atrás que no futuro, os computadores habitarão nos mais triviais objectos: etiquetas de roupas, chávenas de café, interruptores de luz, canetas, etc, de forma invisível para o utilizador.
Neste mundo de Weiser, devemos aprender a conviver com os computadores, e não apenas interagir com eles. Segundo a visão de Mark Weiser – “centenas de minúsculos computadores interagem e integram-se no ambiente de um modo tão natural que deixamos de ter a percepção da sua existência”.

A ideia básica da computação ubíqua é que a computação move-se para fora das estações de trabalho e computadores pessoais e torna-se pervasiva (implica que o computador está inserido no ambiente de forma invisível para o utilizador) na nossa vida quotidiana.
A computação ubíqua é uma área integradora de várias competências – programação; engenharia de software; sistemas de informação; inteligência artificial; redes; sistemas distribuídos.
A visão de Mark Weiser, segundo Adam Greenfield:
Everyware– The dawning age of ubiquitous computing 1of 8
















