ANEDOTAS
Não vê a ponta de um corno
Era já de madrugada e o telefone toca. O marido atende e, após uns segundos, diz:
– Como quer que eu saiba? Se quer saber isso telefone para a Marinha!
Deitada ao seu lado, pergunta a mulher:
– Quem era amor?
Responde o marido:
– Sei lá! Era um tipo a perguntar se a costa estava livre…
Não pode!!! Será que pode?
Havia um rapaz que tinha uma moto e que adorava altas velocidades.
Certo dia resolveu convidar um amigo que nunca tinha andado de mota. Este estava um bocado amedrontado e arranjou a desculpa de que estava com frio.
– Não! Eu empresto-te o meu casaco de cabedal, veste-lo ao contrário e vais ver que não tens frio. De qualquer maneira, prometo-te que ando devagar.
E assim ele conseguiu convencer o amigo, só que uma vez em cima da mota não resistiu a uma aceleradela para impressioná-lo e este caiu.
Não se tendo apercebido de imediato do sucedido, só algum tempo depois é que voltou atrás para ir recuperá-lo.
Quando chegou ao local da queda, deparou-se com uma pequena multidão, e conseguiu ouvir um comentário:
– Coitado, não lhe pudemos valer! Nós ainda lhe tentamos voltar a cabeça para a frente, mas ele não sobreviveu!…
Loira… que mais há a dizer?
Estava de passagem por uma capela moderníssima, toda em cor-de-rosa, quando percebi que uma pessoa havia falecido.
Fiquei curioso para saber como eram os velórios naquela capelinha.
Ao chegar, vi milhões de buquês de flores das mais variadas, das mais sofisticadas às mais chiques e notei que no caixão estava a morta inteiramente nua, loiríssima, e ao lado um grande pote cheio de creme muitíssimo perfumado, do qual cada uma das presentes também loiras pegavam um pouquinho e passavam na defunta.
Surpreendido pela cena, coisa inusitada, aproximei-me de uma das mulheres e perguntei:
– Desculpe-me a ignorância, mas porque estão passando creme na defunta? É tradição aqui?
A rapariga respondeu:
– Não! É inédito! Nunca fizemos isso. Ela é que pediu para ser cremada!
Depressão do Paquistão
A noite passada estive bastante deprimido e liguei para o SOS Voz Amiga (800 20 26 69).
Fui atendido por um senhor num call center algures no Paquistão.
Disse-lhes que estava com muita vontade de me suicidar!
No call center receberam a notícia do meu problema, com entusiasmo e perguntaram-me:
– Sabe conduzir um camião???
Prenda de casamento?
Numa roda de amigos, observa um:
– Ó Luís, tens estado para aí muito pensativo! Algum problema?
O amigo:
– Estou a pensar no dinheiro gasto com a boda do meu casamento. Ele agora dava-me muito jeito…
O outro:
– Algum negócio?
O amigo:
– Não! Despesas de divórcio…
Penitência retro?
O padre Dinis era novo na freguesia e acabara de substituir o velho padre Inácio.
Dinis estava uma tarde no confessionário, quando surge um jovem para a confissão:
– Senhor padre, venho confessar-me…
– Diz lá rapaz… que pecado cometeste?
– Ai senhor padre, ontem à noite estive a sós com a minha namorada e não resisti… tive relações sexuais com ela.
– Mas ter relações sexuais nem sempre é pecado, jovem.
– Mas senhor padre, acontece que meti o meu coisinho no traseiro da minha namorada e queria que o senhor me desse a justa penitência.
O padre Dinis fica atrapalhado com a sua dúvida e grita para a sacristia:
– Ó sacristão, o que é que o padre Inácio dava pela prática de sexo anal?
– A mim dava-me um chocolate Tobblerone, senhor padre!!!
Esta rubrica teve o apoio do nosso leitor João Pimentel
















