Há dias reparava nos números do comparativo anual de crescimento da Microsoft versus Apple. Depois surgiu a notícia que a Microsoft estaria a planear despedir 15 mil funcionários em todo o mundo. Parece-me que este rol de notícias está a projectar o Windows 7 para um lançamento a breves meses. Recentemente foi lançada nos torrents a versão Windows 7 Beta 1 Build 7000.0.081212-1400, esta versão já introduz várias afinações definitivas do que será o Windows 7 na sua versão final.
Instalei há dias a versão que já saiu nos torrents, analisei pormenorizadamente cada novo elemento tendo com base comparativa o Windows Vista. Este artigo foi elaborado já no Windows 7. Adoptei-o tendo em conta a sua estabilidade, mesmo sendo ainda uma versão beta!
Para começar e continuando o que já frisei aqui neste artigo, o Windows 7 pretende ser mais leve que o Vista – motivo suficiente para anular o Vista – pretende abrandar, se não mesmo esgotar as pretensões do Linux em conquistar espaço estratégico no segmento dos computadores portáteis. Esta duas características, aliadas a uma terceira – a qualidade deste Sistema Operativo – servirá os propósitos da Microsoft. A empresa de Redmond quer manter a liderança destacada nos sistemas operativos, rejuvenescendo essa famosa liderança cimentada com o Windows XP.
A Microsoft desta vez prestou mais atenção à voz dos utilizadores. Não aconteceu com o Windows Vista no início, embora este a cada actualização esteja mais funcional e menos problemático, conseguindo mesmo contornar a malapata que o perseguia. Sim, continua pesado e ainda com caminhos a mais para chegar aos destinos.
Mais e melhor
Este Windows 7 traz uma nova filosofia de funcionamento; permite ter tudo à mão, o que salta desde logo à vista é o que está por defeito ligado… será o mínimo essencial, muito do resto está desligado e/ou escondido.

Começa pela barra de tarefas, a famosa Superbar que teve um novo aspecto e que continua a trazer surpresas a cada versão. Desta feita permite minimizar os objectos mostrados, apresentando somente o ícone da janela ou aplicação aberta. Claro que podemos aumentar o nível de informação, activando outras opções para a barra.

Mas está mais limpa, mais arrumada. Este novo conceito demorará a habituar os “viciados” no Windows XP.
Os efeitos gráficos estão mais “deliciosos” mais graciosos e fluídos. Seja ao abrir o próprio Windows 7, seja ao carregar uma aplicação ou mesmo quando passamos o rato sobre as aplicações minimizadas na barra de tarefas, estes têm um toque mais requintado e glass.
O Menu Iniciar está diferente, podemos ter mais informação, apontando sobre as mais recentes aplicações utilizadas, o espaço que ocupa é o mesmo mas a distribuição de informação é mais diferenciada.





















