Rede Mobi.E: um milhão e meio de carregamentos desde janeiro

6 Comentários

A Mobi.E tem um papel dinamizador e facilitador no âmbito do processo de transição para a mobilidade elétrica em Portugal, funcionando como o instrumento público para o desenvolvimento da mobilidade sustentável.

A rede Mobi.E registou mais de um milhão e meio de carregamentos desde janeiro de 2022.

Rede Mobi.E: um milhão e meio de carregamentos desde janeiro


Rede Mobi.E: 230 mil carregamentos num mês

Em agosto de 2022, foram registados pela primeira vez mais de 230 mil carregamentos num mês na rede Mobi.E e consumidos mais de 3 milhões e seiscentos mil kWh de energia.

Em termos de carregamentos, registou-se um acréscimo na ordem dos 69% face ao período homólogo do ano anterior. Foram registados 233 mil carregamentos, sendo que, em agosto de 2021, o número de carregamentos situou-se nos 138 mil.

Esta avanço positivo correspondeu, naturalmente, a um aumento de energia consumida, comparando ainda os meses de agosto de 2021 e 2022. Foram consumidos, em agosto, cerca de 3 milhões e 612 mil kWh de energia, mais 100% face ao período homólogo do ano anterior (1 milhão e 800 mil kWh).

Rede Mobi.E: um milhão e meio de carregamentos desde janeiro

No que se refere a utilizadores da rede de acesso público, em agosto de 2022, utilizaram a rede 27 549 utilizadores distintos, o que se traduz num aumento de 22% face ao mesmo período de 2021 (22 469).

Quanto ao número de postos de carregamento de acesso público, são já mais de 2 770 em todo o país, incluindo Açores e Madeira, que representam 42 tomadas disponíveis por cada 100 Km de estrada.

Em números acumulados desde o início do ano, a rede Mobi.E registou 1 531 034 carregamentos o que significa um aumento de 67% relativamente a 2021, em período homólogo. Quanto à energia consumida, desde o início do ano, são já mais de 22 GWh mostrando um aumento de 95% em relação ao mesmo período em 2021.

A média de postos da rede Mobi.E instalados por semana desde o início do ano a situa-se nos 23.

Comentários

6

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de Rui B.
    Rui B.

    Mobi.e um dos grandes responsáveis pelo atraso na adoção de elétricos em Portugal… parece um artigo encomendado.

    1. Avatar de Emanuel Barros
      Emanuel Barros

      Pode não ser o melhor, mas já vi pior. Vai ver o panorama em Espanha para perceberes a bagunça que anda por lá.

  2. Avatar de Micas
    Micas

    Este tipo de artigos é que financia o Pplware.
    É normal.

  3. Avatar de Kuka Belludo
    Kuka Belludo

    Como muita coisa em Portugal, o Mobi.E é algo muito bem pensado.
    A ideia de uma entidade reguladora, a lá SIBS, é realmente boa.
    Uma pessoa poder escolher um operador e utilizar o seu cartão em qualquer ponto de carregamento nacional é algo que qualquer outro país desejaria.
    A ganância, como habitualmente, é que torna o sistema pior mas não mau.
    Eu pessoalmente tenho um cartão de carregamento Alemão que uso em Portugal e pago menos que com cartão da EDP, Galp e companhia.
    Em minha opinião os pontos de carregamento deveriam é ter terminais multibanco para pagamento e acabar com cartões específicos para carregamento. Antes de iniciar o carregamento passava o cartão, a SIBS informava o ponto de carregamento dos €€€ disponíveis e deixava carregar até esse limite, quando acabasse o carregamento era só tirar o cabo e ir embora pois a informação bancária já estava inseria. Olha, devia funcionar como nas bombas da Galp com pagamento na bomba. Nem era inventar nada de novo…

  4. Avatar de Jose Lapao
    Jose Lapao

    O problema da rede mobi.e é o excesso te taxas etc, etc.
    Por norma que tem um carro elétrico, tem eletricidade em casa certo? Então se já pago taxa de acesso a rede em casa porque raio tenho de pagar nos postos de carregamento na rua?
    Mas o grande roubo é o que se paga pelo aluguer do posto, até se podeira pagar, mas não era um valor por minuto, ou por kWh, ou por minuto e kWh, ou mesmo isso tudo e mais uma ativação. Um valor fixo por carregamento e já está. Na rede multibanco os terminais também tem manutenção certo, também há uma entidade que gere a rede certo, mas não pagamos valores diferentes por levantar dinheiro consoante a caixa.
    Ou seja o valor de carregamento e alto, pois não foi bem estudado a constituição do preço, o valor do kWh não está muito desfasado da realidade, o grande problema é mesmo o aluguer do posto onde se paga imenso, e muitas das vezes (demasiadas vezes) os postos apresentam problemas então para que raio pagamos os preços exorbitantes de manutenção, só mesmo para encher os bolsos dos OPC e nada mais, basta rever esse ponto e a nossa rede de carregamentos será uma das melhores e mais sofisticadas do mundo.