Dica: Partilhe ficheiros no Linux com um único comando

17 Comentários

Acha difícil partilhar ficheiros entre um sistema Linux e, por exemplo, um Windows? É verdade que o Samba pode não ser a melhor opção para utilizadores menos experientes e nesse sentimos hoje trazemos uma alternativa.

Aprenda como pode partilhar ficheiros e diretórios com um único comando no seu GNU/Linux.


Já pensou partilhar facilmente um diretório ou um ficheiro no GNU/Linux com apenas um comando? Não é difícil e usando o Python, recorrendo ao módulo SimpleHTTPServer, podemos facilmente criar um servidor Web usando o comando python -m SimpleHTTPServer 8080.

A solução que trazemos hoje chama-se serve, é semelhante ao que conseguimos fazer em pythonmas faz uso da tecnologia nodeJS.

 

Como usar o serve?

Para começar devemos ter instalado a última versão do nodejs. Para tal, se estiverem num sistema Linux com base Debian, basta que usem os seguintes comandos:

curl -sL https://deb.nodesource.com/setup_8.x | sudo -E bash -
sudo apt-get install -y nodejs

Para instalarem o serve, basta que usem o seguinte comando:

npm install -g serve

Depois de instalado, podem começar de imediato a partilhar ficheiros e diretórios. Para tal basta que escrevam o comando e indiquem o que querem partilhar (Neste caso vamos partilhar a pasta Pplware)

serve Pplware/

Mas a ferramenta serve tem várias opções que podem usar.Por exemplo, se pretenderem mudar o porto de comunicação basta que usem o comando da seguinte forma:

serve -p 1234 Pplware/

Se quiserem, por exemplo, usar ssl basta que usem o comando:

serve --ssl Pplware/

Se pretenderem ter autenticação devem ciar as variáveis de ambiente: SERVE_USER e SERVE_PASSWORD e depois executar o comando:

serve --auth

A ferramenta serve permite outras configurações. Para as descobrirem podem usar o comando serve help. Esperamos que tenham gostado desta dica e para quem se quiser aventurar no nodejs aqui fica um pequeno tutorial: Crie uma app em 5 min no Windows usando o Node.js. Até um próximo tutorial.

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Comentários

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  1. Avatar de Bruno Jesus
    Bruno Jesus

    Assim que vi node.js parei de ler.

    1. Avatar de Pedro Pinto

      Porquê? Das tecnologias mais usadas da atualidade….

      1. Avatar de LG
        LG

        Pedro concorco node.js ser uma tecnologia da atualidade, mas pelo que entendi, foge ao tema “Linux”…

        Mas boa dica de qualquer forma!

        1. Avatar de Pedro Pinto

          Por acaso nao testei se funciona em outros sistemas operativos.

    2. Avatar de Caxalote
      Caxalote

      Já que amas node.js, uses a distro ExternOS =)

  2. Avatar de okapi
    okapi

    Mesmo assim prefiro o que o openSuse oferece.

    1. Avatar de Costa
      Costa

      O netcat é de outra liga, algo intemporal e usado já desde há muitos anos, o verdadeiro desenrasca, parece uma ferramenta inventada por um tuga 😉
      Mas como o mundo quer sempre novidades, para este desenrasca existem agora versões para todos os gostos, ele é a versão Python, a versão JavaScript, a versão Perl, a versão .NET, a versão Ruby, e por aí fora.

      1. Avatar de eu
        eu

        sim o netcat não e hipster 😉 …. btw esqueceste-te da versão Node 😀

  3. Avatar de Luis Borges
    Luis Borges

    “python -m SimpleHTTPServer” (dentro da directoria que se quer partilhar)

    1. Avatar de Paulo Henrique Luvisoto
      Paulo Henrique Luvisoto

      Otima dica também!

  4. Avatar de pia
    pia

    O que é ficheiro?!

    1. Avatar de naoliveira
      naoliveira

      É arquivo

      1. Avatar de Pedro Pinto

        ficheiro em português…normalmente designado de arquivo em brasileiro.

  5. Avatar de CMatomic
    CMatomic

    lembro-me que havia uma applet no Gnome 2 que era muitos simples de partilhar ficheiros , ligava e desligava vários servidores os mais interessante era o servidor de ftp , se não estou erro também criava um endereço com o nosso ip externo .
    O Gnome 2 era um canivete suíço.

  6. Avatar de Caxalote
    Caxalote

    Odeio java

    1. Avatar de Paulo Henrique Luvisoto
      Paulo Henrique Luvisoto

      Mas a reportagem não fala de Java