The Last of Us – por detrás da cortina

5 Comentários

The Last of Us será certamente um dos jogos, senão O Jogo do Ano de 2013.

Conforme o Pplware aqui revelou, na sua análise, o jogo é veio confirmar todas as expectativas e muitas mais. Trata-se, sem dúvida de um dos jogos mais bem conseguidos dos últimos anos e merece todo o destaque que gerou … antes e depois do seu lançamento.

É um caso flagrante de Must Have … para todos os possuidores de uma consola Playstation 3.

Foi revelado recentemente um vídeo com a equipa de desenvolvimento de The Last of Us que revela um pouco mais sobre o jogo …

TheLastofUs


“It’s Them or Us” é o quarto vídeo da série documental sobre o exclusivo Playstation 3. Este novo vídeo inclui os depoimentos de Eric Monacelli, Community Strategist da Naughty Dog, que analisa as várias opções de combate que The Last of Us oferece e as consequências para os jogadores.

Realmente, as palavras da equipa vêm de acordo ao que se sente a jogar The Last of Us e os diversos ambientes de combate (especialmente os não utilizando armas de fogo) são muito diferenciados e variando de acordo com o ambiente onde se passam.

Realmente não há muitas sequências iguais e, seja a lutar contra um Runner nas ruínas de um edifício ou contra um Clicker em plena luz do dia, não há sequências iguais e o recurso aos mais variados utensílios que vamos apanhando são extremamente importantes. Aliás, esse é precisamente um dos pontos fortes do jogo … a flexibilidade. Ao longo da aventura vamos encontrando montes de utensílios e peças que, podem ser usados de formas bastante diversificadas. Por exemplo, um tijolo pode ser usado para distrair um Clicker, ou um pau para o atacar (resultando na maior parte das vezes em morte, se não tivermos uma faca). Há ainda outros tipos de peças que vamos encontrando e que nos permitem melhorar essas nossas armas e tudo isso faz parte da gestão que cada jogador terá de fazer.

A utilização e escolha das diversas armas é que torna a ser um ponto de discussão, no que toca à sua dinâmica e simplicidade de uso. Basicamente teremos de aceder a um menu em forma de circulo onde escolhemos o tipo de equipamento que pretendemos equipar. Por vezes, esse momento em que estamos a escolher os menus e sub-menus pode ser demasiado longo e expor-nos ao perigo.

No documentário é mencionado ainda o Modo de Escuta que está bem pensado e a pequena vantagem que nos confere acaba por ser equilibrada e não demasiado desajustada. Na prática é o mesmo que escutar com atenção os sons e a sua proveniência.

É ainda mencionada a extremamente útil e bem implementada ajuda de Ellie que, de uma forma bastante equilibrada e realista nos criam a sensação de efectivamente pertencer a uma equipa viva e dinâmica.

Tenho de reconhecer que fiquei um fã absoluto de Ellie. É uma das personagens mais reais, mais carismáticas, que apelam mais ao sentimento e à responsabilidade, mais directa que já tive oportunidade de conhecer em algum jogo. Adorei as suas saídas típicas de adolescente e os seus comentários e diálogos estão simplesmente fabulosos. Parabéns à Joana Ribeiro pela magnifica representação de Ellie.

Depois deste quarto diário de desenvolvimento, chegarão outros dois novos episódios. Um irá aprofundar a história por detrás de cada personagem – Joel e Ellie – e como é que ambos se tornaram no elemento central do jogo. O outro irá focar-se na magnífica arte e música que acompanham esta autêntica obra prima, candidato a jogo do ano 2013.

Além destes vídeos, a Naughty Dog colocou à disposição de todos fãs de The Last of Us um making-of de 90 minutos sobre o desenvolvimento do jogo, disponível para todos os que adquiram o Season Pass com todos os conteúdos descarregáveis.

Deixo-vos com o vídeo da equipa que deu voz às personagens em The Last of Us em português.

 

Homepage The Last of Us

Comentários

5

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de Pedro
    Pedro

    Bem comprei o jogo, já passei e gostei muito mesmo.

    A única coisa que tenho mesmo pena é não poder jogar esta obra-prima no meu pc com um rato e teclado.

    Aquela porra do comanda da consola mete nojo e ao fim de umas horas torna-se impossível continuar a jogar com a porra das dores nos dedos!

    1. Avatar de António Pereira
      António Pereira

      Completamente de acordo.

      Impedir que jogos do género não possam ser jogados com teclado e rato era como impedir que um Forza ou Gran Turismo não pudessem ser jogados com volante.

      Acho incrível como as responsáveis por consolas não aumentam a versatilidade das mesmas permitindo estes periféricos e dando “ordens” aos developers que os suportem.

      Passo praticamente ao lado deste e outros jogos pois acho frustrante e uma autêntica tortura jogar isto com comando.

      Só restam aquelas opções do género do Eagle Eye que são bastante caras e a sua eficácia é questionável.

      1. Avatar de Helder Correia
        Helder Correia

        Não concordo com a ideia e as opções existentes serem de eficácia questionável. Eu tenho um splitFist Shark, e é bastente preciso, não se nota a diferença para um pc, pois é parametrizevel no jogo e no proprio comando a velocidade do movimento. Quanto ao valor, é menos que o preço de um jogo (ca em Portugal,compro os meus jogos fora).

        1. Avatar de António Pereira
          António Pereira

          Também compro muitos dos meus jogos fora.

          Tenho um desses adaptadores (dessa mesma marca, mas uma versão anterior) e fiquei bastante desiludido. Devia ter tido mais atenção aos reviews … mas felizmente foi barato.

          Por acaso ando de olho no Xim Edge que é compatível com a Xbox 360 e a PS3 (tenho ambas), mas infelizmente o mais barato que se encontra é 114€.

  2. Avatar de João
    João

    Não tenho consola PS3 por isso não posso jogar este jogo (e falta de tempo tb).

    Mas ando a ver com atenção os videos todos deste moço:
    https://www.youtube.com/watch?v=HawhjjF5qFc&list=PLs1-UdHIwbo4BfAapxEEeWVFJSe04mA11&index=3

    É um grande jogo, e provavelmente ainda mais se o jogasse! 🙂