Dependência em videojogos será classificado como doença mental

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Em cada edição e/ou revisão das categorias de Perturbações Mentais, os técnicos e especialistas da área da Saúde Mental tentam adaptar e adicionar novos comportamentos que se desviem da norma, de forma a serem considerados patologias.

Neste sentido, já em 2018, a Organização Mundial de Saúde irá classificar o vício e dependência em videojogos como sendo uma doença mental.




Bem sabemos que os videojogos são viciantes… se é um gamer acérrimo, certamente que já experienciou alguns sintomas característicos de dependência tais como:

  • Necessidade de estar sempre a jogar para satisfazer o vício
  • Sensação de prazer e alívio quando está a jogar, perdendo mesmo a noção do tempo que passa a jogar
  • Necessidade de jogar por períodos mais longos de tempo
  • Mal-estar, inquietação e desconforto quando não está/não pode jogar

Já em 2010 alertávamos, aqui no Pplware para esta dependência e, nesse mesmo artigo, deixávamos algumas consequências que essa dependência poderia trazer para a vida dos sujeitos:

  • Alteração nas necessidades básicas como sono e/ou alimentação
  • Performance e rendimento no trabalho/escola afetados negativamente
  • Diminuição do tempo que se dedica a tarefas sociais como sair e estar com amigos
  • Baixa autoestima
  • Falta da prática de desporto, descurando a imagem e por vezes a higiene

Até aqui, a Dependência em Videojogos, apesar de ser conhecida e de se sinalizarem vários casos, não estava reconhecida, oficialmente, como uma patologia.

Mas essa realidade irá alterar-se já em 2018 uma vez que a OMS (Organização Mundial de Saúde) irá classificar a Dependência em Videojogos como sendo uma Doença Mental e, assim, será mais fácil reconhecer e identificar os sintomas, pois a perturbação será incluída na revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID), assim como fará certamente parte da nova revisão do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM).

Assim sendo, os especialistas da área da saúde mental, terão dados normativos e sintomas oficiais desta perturbação, podendo, assim, criar-se testes psicológicos adequados de forma a se determinar se alguém cumpre os requisitos para ser considerado um diagnóstico de dependência em videojogos e, a verificar-se, pode-se implementar um programa adequado de forma a se trabalhar e tentar tratar essa mesma dependência.

Uma vez que a Dependência em Videojogos só será classificada como doença mental em 2018, os especialistas estão ainda a debater a melhor forma de como esta será incluída nas revisões dos manuais supracitados.

Contudo já são conhecidos alguns dos sintomas ‘oficiais’ desta perturbação:

  • A pessoa dá prioridade ao vício nos videojogos, sendo que jogar se torna na tarefa mais importante do seu dia, negligenciando outros interesses e tarefas diárias
  • Perder a noção do tempo e frequência que passa a jogar
  • Ignorar os aspetos negativos que este vício lhe traz

Basicamente, esta dependência atua como outras dependências (ex. substâncias tóxicas, açúcar, jogo de azar…), uma vez que são emitidos sinais ao cérebro da necessidade crescente de continuar a satisfazer o desejo de ter aquele comportamento.

Em 2018, cá estaremos para dar todas as novidades desta “futura” Doença Mental.

Identificam-se com alguns dos sintomas da Dependência em Videojogos?

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  1. Avatar de int3
    int3

    Dependência do tabaco e alcool é também uma doença mental então 🙂

    1. Avatar de Marisa Pinto

      Dependência de substâncias. 🙂 Essa já vem nos manuais.

      1. Avatar de int3
        int3

        recomendo a marisa a fazer uma pesquisa por artigos cientificos do que é o “vício”.

        1. Avatar de Marisa Pinto

          Sou psicóloga, acho que sei bem o que é 🙂

          Cumps,

    2. Avatar de fernando costa
      fernando costa

      . Tabaco não tanto mas álcool drogas jogo tudo que altera o sistema psíquico é considerado uma doença chamada adição mas doença mental.???

      1. Avatar de int3
        int3

        exato. é adição. isto é a pura definição médica de adição…

        1. Avatar de Marisa Pinto

          Sim mas adição afecta e altera o funcionamento normal do cérebro e, portanto, é considerada uma doença/perturbação. Compreendo que seja difícil entender isto desta forma, mas talvez se se dedicarem a entender um pouco melhor a anatomia e fisiologia do cérebro/mente, irão entender melhor.

          1. Avatar de cra2sh
            cra2sh

            Doença Mental não quer dizer que é maluco da cabeça como muitos pensam lol

      2. Avatar de Raul
        Raul

        O tabaco não é droga?
        É só abrir o google e escrever “tabaco”
        “É consumido como uma droga recreativa…”

    3. Avatar de Virus
      Virus

      É dependência e prejudicial tudo o que gostas muito. O que não gostas e tens de fazer é saúdavel. Hummmm

    4. Avatar de Telmo
      Telmo

      Melhor é que eu não compreendo o seguinte. Uma pessoa fuma, é normal porque a sociedade criou um padrão em que “está correto”, no entanto, por motivos económicos, ou outros quaisquer, existe uma entrave social a decidir por terceiros o que é correto ou não.
      Como Einstein dizia: “Tudo é relativo”,
      e devo acrescentar que essa relatividade é característica de quem está por trás da máscara a avaliar.

      1. Avatar de Alexandre
        Alexandre

        Porque Einstein estava errado? “O releativismo é a teoria segundo a qual não há verdades universais e absolutas e de que , consequentemente, todas as verdades são relativas aindivíduos, a sociedades e a culturas. Uma formarápida de colocar o relativismo em dificuldades é perguntar se esta afirmação é ela mesma relativa ou universal e absoluta. É que se é relativa, então é verdadeira apenas para os indivíduos, sociedades e culturas que a aceitam e falsa para todos os outros. Se, pelo contrário, esta ideia não é relativa, mas universal e absoluta, então há verdades universais e absolutas. Em qualquer dos casos, o relativismo contradiz-se.”
        Livro de Filosofia 11º ano.

      2. Avatar de Josué
        Josué

        Relatividade: Um cabelo na cabeça é pouco, um cabelo na sopa é muito…

  2. Avatar de Tiago Relvas
    Tiago Relvas

    É a mesma coisa que dizeram que ir ao ginásio mt vez e teem necessidade é igual.
    à pessoas que aliviam stress assim e se conseguem distrair.
    Com todo o orgulho que jogo mas é 50%-50% , claro que já não é como na minha juventude mas é onde liberto o stress do dia a dia

    1. Avatar de Marisa Pinto

      Se esse comportamento for realizado em quantidade e qualidade ‘anormal’ e afectar a vida e tarefas diárias do sujeito, sim é considerada perturbação de comportamento aditivo em algo.

      Ou pode mesmo até ser incluído num quadro de Mania.

      1. Avatar de fernando costa
        fernando costa

        Há algumas coisas que fazem de nós umas pessoas diferentes é o caso smartphones consolas de jogos que no meu tempo não existia jogávamos abola etc. Havia muito mais contacto físico com os colegas hoje em dia é tudo através de redes sociais. Estamos no século 21 agarrados à tecnologia porquê sem ela hoje é difícil viver internet tudo isto altera o sistema psíquico de cada um e somos adultos fará as crianças se não tivermos mão nisso eles vão continuar isolados., aos anos atrás analfabetos eram pessoas que não sabiam ler nem escrever hoje em dia é considerado analfabeto uma pessoa que não tem o mínimo de conhecimento a nível de pcs saber escrever uma carta no word e muito mais parece mentira mas é mesmo verdade por isso a juventude tem tendência mas temos rédea curta. Mas doença jogo álcool drogas e outras coisas são coisas completamente diferentes vês que nós consigamos estar lá no momento certo adição qualquer pessoa pode ser alvo.

    2. Avatar de Belmiro
      Belmiro

      Caro Tiago, todo o comportamento excessivo (por defeito ou excesso) é considerado dentro das patologias mentais e possível de tratamento. Seja a jogar, sexo, ginásio, etc se em excesso é como a Marisa disse, fora do razoável, é considerado patológico.

      Quem joga e por tal coisa não deixa de exercer as suas atividades (estudo, trabalho, higiene, atividades físicas, etc) numa proporção saudável, aí é patológico. Quem chega a casa é em vez de estar com a família mete-se num quarto a jogar, quem no fim de semana passa a maior parte do dia a jogar, tem um comportamento aditivo. Um ser humano saudável não passa a vida a jogar jogos. Um jogador de futebol por exemplo não tem essa adição porque é a atividade profissional dele e tem um comportamento social saudável. Quem se refugia atrás dum ecrã pode não o ter.

      1. Avatar de Tiago Domingos
        Tiago Domingos

        Nunca ouviu falar de e sports? OK, cumps

      2. Avatar de ervilhoid
        ervilhoid

        Claro, concordo que tudo em excesso é mau..

        Não concordo com a parte do social, hoje em dia socializar não tem muito a ver com socializar uns anos atrás, muitos podem olhar para a janela e achar que é melhor estar a jogar, nalguns casos será mesmo melhor…

        Já agora este artigo mostra as desvantagens mas também ha vantagens, mesmo na terceira idade.. E vejam a equipa de 3ª idade (CS) que foi à Suécia

        1. Avatar de Belmiro
          Belmiro

          ervilhoid, o relacionamento com humanos e presença física não tem comparação com “relacionamento/presença” virtual. Um relacionamento físico não é o mesmo que via Webcam. Jogar cartas físicas com amigos frente a frente não é o mesmo que online com esses mesmos amigos. 4 amigos sentados frente a frente a comunicar via WhatsApp e não com a voz e expressões faciais, não é a mesma coisa, e por muito que dêem a volta, não é mais saudável via informática.

          A informática deve auxiliar, não substituir.

          1. Avatar de ervilhoid
            ervilhoid

            Concordo, cada caso é um caso, e talvez o acesso fácil a jogos/redes sociais(por vezes porque os pais não querem aturar os filhos) levou ao aumento do não contacto físico, tem como consequência não ter muita alternativa a não ser isso mesmo, gadgets jogos e redes sociais

    3. Avatar de fernando costa
      fernando costa

      Não é mesma coisa tu aí estás a lutar pela tua auto-estima coisa que não acontece quando uma pessoa é adita

  3. Avatar de eu
    eu

    Ui, tanta gente a ficar de baixa em 2018 por patologia.
    Passo muitas horas todos os dias em frente a um ecrã. Deve ser aditivo.

  4. Avatar de Tiago
    Tiago

    E as pessoas viciadas em Jogo? que nao os de video? exactamente os mesmos sintomas LOL

    1. Avatar de pedro
      pedro

      Claro. Os benfiquistas por exemplo… Mais aditivos que eles….

    2. Avatar de Marisa Pinto

      Também é dependência, tal como podes ler no artigo, os sintomas de comportamentos aditivos são semelhantes, como por exemplo a droga.

      Basicamente o corpo/mente pede constantemente essa satisfação, tornando-se esse comportamento como o essencial/básico para o nosso bem estar e, assim, afecta negativamente outras funções/tarefas da nossa vida.

  5. Avatar de Hugo Gomes
    Hugo Gomes

    No meu tempo quando andava agarrado a sega com fartura ou ia se a tv do quarto embora ou entao sacavam me o cabo de tv ou o comando. Conheço um amigo que o pai chama 2 vezes para jantar, a terceira vai ao quadro eléctrico e desliga o dijuntor das tomadas do quanto do chaval. So se houve f…..c……..que m…….. Ja vou

    1. Avatar de MAFF
      MAFF

      Ainda bem que ele não sabe o que é uma UPS xD

  6. Avatar de Ângelo
    Ângelo

    Tudo o que é demais, faz mal. Já diziam os avós.
    Por outro lado, se uma pessoa está a fazer o que mais gosta e é feliz com isso, porquê cortar o seu prazer? Só se começar mesmo a ter impacto importante na saúde e no emprego.
    Há quem seja mais introvertido e portanto goste mais destas actividades mais isoladas, como jogar videojogos, ler livros, ver filmes, etc.

    Cada qual é que tem de analisar a sua vida, de forma objectiva, e ver se aquilo que mais gosta de fazer, o está a impedir de ter uma vida mais realizada. Não vale a pena comparar com os outros ou com o que os outros acham mais “normal”.

    1. Avatar de Marisa Pinto

      Sim mas começa a ser considerado algo patológico exactamente quando tem impacto negativo na nossa vida, saúde, rotinas, sociabilidade, etc.

  7. Avatar de Spoky
    Spoky

    Psiquiatra: Joaquim, eu recomendo-lhe que passe menos tempo no computador, você tem uma “dependência em videojogos” veja la se consegue reduzir ou evitar

    Joaquim: Mas mas… o meu trabalho e a minha função é game developer, é o que faço no trabalho diariamente.

    Psiquiatra: Esta a ver, joaquim!? Só arranja desculpas para fugir ao problema, não pode ser! Tem de encarar isto com outros olhos e quando chega a casa o que faz?

    Joaquim: Faço as tarefas e depois jogo um bocadinho até ir me deitar.

    Psiquiatra: Esta a ver? Esta a ver, é o que digo esta em fase de negação! Joaquim, acorde tome medidas em relação a sua vida, empenhe-se e esforce-se! Lute contra esta “doença mental” você vai sair vitorioso!

    Joaquim: Mas… mas… eu trabalho e vivo disso no meu trabalho, e em casa já não posso jogar? Estou obrigado a testar, criar e desenvolver não é propriamente jogar no trabalho, então conclui-se que devo deixar de jogar em casa, porque trabalho nisso?

    Psiquiatra: Oh Joaquim, eu entendo que seja dificil, mas o Joaquim tem uma dependência em videojogos! É um serio problema em 2018 e é considerado, faça por isso na proxima consulta quero ver resultados!

    Joaquim: Vou tentar

    ….Próxima consulta:

    Psiquiatra: Joaquim, tudo bem? então novidades para me contar!?

    Joaquim: Fui a empresa, despedi-me e disse que aquele trabalho era uma “doença mental” que prejudica a quem cria videojogos deixando-os loucos, fui la e disse a verdade “Vocês, sim vocês são todos uns loucos… sofrem de doenças mentais! Vou me embora antes que piore”

    Joaquim: Mas doutor, peço que as proximas consultas sejam grátis não tenho dinheiro para pagar esta consulta peço imensa desculpa doutor, é que estou no centro de desemprego mas não acho trabalho!

    Reportagem TVI: Despediu-se do trabalho, abandonou o seu emprego que lhe rendia bem e vivia bem, tinha uma vida perfeitamente normal, mas os médicos classificam-na como “doença mental”, Joaquim agora não sabe como vai pagar as contas deste mês.

    1. Avatar de Spoky
      Spoky

      Dependencias para acrescentar em 2018/2019

      Dependência em Estudo (Estudante passa entre 5/7 horas na escola e chega a casa vai estudar, e ainda tem explicações)

      Dependência no Ginásio (Personal Trainer que trabalhe num Ginásio, após horários de saída vai treinar)

      Dependência no Culturismo

      Dependência na Jardinagem

      Dependência em Cozinhar (Cozinheiro no horário laboral do trabalho, pai de 3 filhos chega a casa vai logo cozinhar e preparar as refeições para os filhos e restantes membros familiares) -> Dependência!

      Será que vão actualizar a lista de doenças mentais e acrescentar estas?

      Falta uma!

      Dependência de fazer crer as pessoas que é dependente. (Psiquiatras ahm ahm??)

      1. Avatar de Belmiro
        Belmiro

        Tu sim já devias ir a um psiquiatra …

        1. Avatar de Spoky
          Spoky

          Vamos os dois Belmiro, nada melhor que ter uma companhia, tratamento coletivo anima-te

          1. Avatar de pedro
            pedro

            Caro spoki, é doença, comportamento aditivo, como as drogas. Por exemplo você pode passar 20 horas por dua a jogar, mas tem comportamento social, nao descura a sua higiene, pode interromper a jogatina quando lhe apetece onsiderando as suas prioridades etc…
            Outra coisa é viver para o jogo, e vai por isso perdendo características de ser humano e de auto estima. Por exemplo uma pessoa que passa a vida no ginásio e descura tudo o resto tb nao está bem. Outro exemplo, um viciado em trabalho. Uma coisa é uma aposta profissional outra é ser assim mas perder tudo o resto. As redes sociais vivem muito de criar o vicio.

  8. Avatar de Rui Cunha
    Rui Cunha

    enfim… Então por exemplo eu, vivo numa aldeia longe da cidade, na aldeia só sou eu da minha idade, os meus pais não me podem estar sempre a levar para a cidade como é óbvio, logo tenho uma dependência em video-jogos? As ideias sobre o assunto em questão estão completamente erradas, aprendam o que é antes de mandarem artigos para fora, eu próprio jogo todos os dias longas horas chegando até 12 horas, mesmo assim estudo e sou perfeitamente saudável…

    1. Avatar de Ângelo
      Ângelo

      Rui, leia o artigo como deve ser. Jogar videojogos não é doença mental. A dependência ao ponto de transtornar a vida pessoal, sim.

      No seu caso, tem menos alternativas, não será doença mental. A não ser que os seus interesses se reduzam a jogar videojogos. Não faz outras actividades, sejam de lazer, de obrigações, de saúde? Faz? Então esteja descansado, este artigo não é para si. 🙂

    2. Avatar de Marisa Pinto

      Tal como disse o Ângelo, leia o artigo e não confunda um comportamento dentro dos parâmetros normais, sem impacto negativo, com o que é patológico.

      É quase como dizer ‘eu às vezes sinto-me triste mas não tenho depressão, por isso a depressão não exite’

      É extremamente importante consciencializarmos-nos para a gravidade crescente das doenças mentais. Seria inteligente da parte de todos nós se não quiséssemos saber mais que os especialistas e tivéssemos cautela e respeito por áreas que desconhecemos mas julgamos saber.

  9. Avatar de Tiago
    Tiago

    E o pessoal que tem de ir à discoteca todos os fim de semana? E o pessoal que passa o mês a magicar em que tatuagem vai investir quando receber? E o pessoal que passa o dia, seja em que local for, a consultar os likes do face/insta ou a fazer posts/fotos, e que deixa de manter conversas longas na vida real por causa disso?

    Isso também são patologias então.

    1. Avatar de Spoky
      Spoky

      Cá nada! Isso não são patologias! São coisas saudáveis, ver os likes e fotos de mais de 20 pessoas por dia, é tudo saudável amigo.

    2. Avatar de Bruno
      Bruno

      Exactamente. Esse pessoal então é chapa ganha, chapa gasta.
      Às tantas a OMS está mais preocupada em considerar o vicio dos videojogos como doença mental, mas deixa de fora aqueles que pagam milhões em cirurgias para ficarem parecidos a algum actor/actriz/personagem de banda desenhada/boneco, etc, ou aqueles que tatuam o corpo da cabeça aos pés, e andam cheios de piercings, enchimentos para fazer de cornos, etc. No fundo aquelas personagens que vemos várias vezes nas fotos da rubrica de humor de sexta-feira.

    3. Avatar de Ângelo
      Ângelo

      Apontar para outros problemas não desculpa o problema em foco neste artigo. Um bêbado pode apontar para um drogado, mas não legitima o seu problema.

    4. Avatar de Rafael
      Rafael

      deves ser viciadinho

  10. Avatar de Evolution
    Evolution

    enquanto se joga não se anda fazer asneiras como se ve nos noticiários. morte deste atentado naquele jogar não incómoda ninguem .beber acelerar nas estradas causando perigo aos outros isso sim e doença mental .não inventem problemas onde não os há. jogar não causa perigo a ninguem.

    1. Avatar de Hugo
      Hugo

      Percebo o que dizes, mas por essa ordem de ideias há muita coisa que não faz mal a ninguém.
      Há que educar as crianças da melhor forma possível e não proibi-las de jogar. Se um miúdo não faz nada da vida a não ser jogar, não acho que seja doente mental, apenas anda com o foco nas tarefas erradas, ou está com um princípio de depressão e refugiou-se nos videojogos? O leque de opções é gigante portanto há que ter a humildade de assumir que podem existir problemas…em TUDO.

  11. Avatar de Francisco
    Francisco

    Ei agora não posso responder tenho de jogar GTA

  12. Avatar de E-Lektro
    E-Lektro

    Primeiro a quem ler isto não me levem a mal, é apenas a minha opinião quanto a este caso.
    Esta noticia deixa-me um tanto revoltado uma vez que eles tratam algumas atitudes com que me identifico como sintomas como uma doença mental, não devia ser considerado doença mental e a discotecas todos os dias da semana para beber e armar confusão? Não devia ser considerado também doença mental fumar substancias ilegais? Ingestão Álcool e tabaco continuo provocam danos muito mais graves para além de não terem nenhum beneficio. Já alguém que se encaixe nesses “sintomas” tem sempre algum “problema” para resolver o que estimula o cérebro e com certeza a satisfação da resolução desse problema é bem melhor do que apanhar uma bebedeira todas as noites e não lembrar de nada. Mas em termos no mundo digital as redes sociais são muito piores! Porque para além de já não darem para extrair informação verídica, é uma maneira das pessoas exporem a sua vida pessoal de forma irresponsável e gerarem conflitos pelo teclado. Jogo e com muito orgulho é o que faço para passar o tempo e quando tenho oportunidade fico o dia inteiro se quiser e não deixo isso interferir com o meu trabalho.
    Agora vou indica o porquê de eu achar que estão a atribuir sintomas de forma errada:
    1. Necessidade de estar sempre a jogar para satisfazer o vício
    Quem não joga satisfaz outro vicio qualquer nem que seja estar sempre a postar fotos por exemplo!

    2.Sensação de prazer e alívio quando está a jogar, perdendo mesmo a noção do tempo que passa a jogar
    Este fez-me soltar umas gargalhadas porque do meu ponto de vista quando alguém está a gostar de alguma coisa é porque está a jogar! Ainda bem eles não tratam o sexo como uma doença mental também 😀

    3.Necessidade de jogar por períodos mais longos de tempo
    Todos nós temos aquele momento de “Fogo gostava de fazer isto por mais um pouco” mais uma vez quando estamos a gostar! Andar de carros de choque ou alguma diversão por exemplo, ou então um passeio pelo parque, e muitas das vezes acabamos por ficar um pouco mais.

    4.Mal-estar, inquietação e desconforto quando não está/não pode jogar
    Bem, estamos a trabalhar e quem não ficou alguma vez a pensar durante o trabalho sobre a lua de mel, a viagem planeada para as férias, no(a) parceiro(a), naquele jantar de Natal em família ou no NOVO JOGO QUE FIZEMOS PRÉ RESERVA?

    Quantos aos “sintomas” apresentados em 2010:
    1.Alteração nas necessidades básicas como sono e/ou alimentação
    2.Performance e rendimento no trabalho/escola afetados negativamente
    3.Diminuição do tempo que se dedica a tarefas sociais como sair e estar com amigos
    4.Baixa autoestima
    5.Falta da prática de desporto, descurando a imagem e por vezes a higiene

    Acho uma enorme irresponsabilidade e má conduta atribuir a culpa aos jogos de todos estes sintomas, daqui a pouco ligam tudo o que seja doenças aos jogos.
    A culpa do Cancro é do que? Jogos
    A culpa do HIV? Jogos
    A culpa de uma constipação? Jogos

    Posso dizer com toda a confiança que os jogos previnem muitos suicídios! Pois as crianças hoje em dia não se relacionam bem devido a recorrente ameaça que é o bulling e as redes sociais onde as duas coisas são entendidas como um concurso para ver que tem mais seguidores, quem tem mais “likes” e quem é o mais popular da turma, os menos populares acabam por ser excluídos e bem tem de ter algo que não os ignorem com que se possam divertir certo?

    Gostava mesmo que quem tratou os jogos como doença mental estudasse um pouco mais antes de atribuir culpas erradamente. Sempre foi motivo de debate e deixa-me bastante triste parecer que essa tal organização aparenta não fazer mais nada uma vez que só tive conhecimento dela por esta noticia.

    1. Avatar de Ângelo
      Ângelo

      E-Lektro, não se sinta revoltado, porque isto não deveria ser interpretado como um ataque a um hobby que gostamos muito: videojogos.

      Quando se fala em doença mental, estamos a falar de uma dependência com consequências nefastas para a nossa saúde mental e física.

      Não vale a pena apontar outros comportamentos desviantes e dependências, quiçá piores ou melhores. Este problema não deixa de ser problema por isso.

      Vou dar a minha opniião em relação aos seus pontos:

      “1. Necessidade de estar sempre a jogar para satisfazer o vício
      Quem não joga satisfaz outro vicio qualquer nem que seja estar sempre a postar fotos por exemplo!”

      Este ponto refere-se a pessoa que não conseguem estar muito tempo sem satisfazer o seu vício. Muitas vezes, quando não podem (por obrigações de trabalho, familiares, etc) acabam por tomar atitudes que irão transtornar a sua saúde e sociabilidade (por exemplo, jogar até às tantas da madrugada, já que não pode jogar a horas mais apropriadas, o que leva a défice de sono, menor rendimento escolar/emprego, etc).
      Isto não põe em causa que dediquemos mais tempo às actividades que gostamos mais.

      “2.Sensação de prazer e alívio quando está a jogar, perdendo mesmo a noção do tempo que passa a jogar
      Este fez-me soltar umas gargalhadas porque do meu ponto de vista quando alguém está a gostar de alguma coisa é porque está a jogar! Ainda bem eles não tratam o sexo como uma doença mental também ”

      É uma questão de equilíbrio, moderação. Até o exemplo do sexo que apontaste, pode chegar a ter contornos de doença mental também. Quando tudo o resto na tua vida se vai tornado secundário à necessidade de jogar, ter sexo ou outra coisa qualquer, passa a ser nocivo, passa a ser um condicionamento mental, passa a ser um problema, uma doença.

      “3.Necessidade de jogar por períodos mais longos de tempo
      Todos nós temos aquele momento de “Fogo gostava de fazer isto por mais um pouco” mais uma vez quando estamos a gostar! Andar de carros de choque ou alguma diversão por exemplo, ou então um passeio pelo parque, e muitas das vezes acabamos por ficar um pouco mais.”

      Uma coisa é de vez em quando ficarmos mais um tempo a fazer o que gostamos. Outra é isso passar a ser sistemático e o tempo a mais passam a ser compulsórios, ao ponto de transtornar o tempo que dedicamos a outras actividades importantes na nossa vida. Por exemplo: roubar horas de sono para ficar a jogar mais tempo; não cozinhar e abusar de take aways e fast food, para estar mais tempo a jogar; chegar atrasados ao trabalho, porque estivemos a jogar; não render tanto no trabalho, porque jogamos umas partidas durante horário de trabalho ou porque não temos dormido bem por ficar a jogar até tarde; não sairmos com amigos ou perder a iniciativa de sair e conhecer pessoas, fazer amizades, etc; Um pai menos participativo em casa, porque está agarrado à consola/computador; etc.

      “4.Mal-estar, inquietação e desconforto quando não está/não pode jogar
      Bem, estamos a trabalhar e quem não ficou alguma vez a pensar durante o trabalho sobre a lua de mel, a viagem planeada para as férias, no(a) parceiro(a), naquele jantar de Natal em família ou no NOVO JOGO QUE FIZEMOS PRÉ RESERVA?”

      Lá está, mais uma vez, é uma questão de dose. Um coisa e pontualmente isso acontecer. Outra é ser uma constante na nossa vida.

      Estes pontos todos têm que ser vistos no seu conjunto, não individualmente. Como qualquer doença, há um conjuntos de sinais/sintomas para se fazer o diagnóstico, não basta só um ponto.

      Os videojogos não são um problema, como por exemplo a droga o é. A dependência deles é que já é problema.
      E não vale a pena apontar outros problemas, melhores ou piores. O achar-se que a dependência nos videojogos é um problema menor do que a toxicodependência, não invalida que a primeira seja um problema na mesma.

  13. Avatar de DeathWish
    DeathWish

    Espetacular!! Isso digo-vos eu!
    Assim podemos passar a frente das filas nos supermercados por motivos de doença!!
    Acho isto uma completa treta, hoje em dia a vida é virada para a tecnologia, eu pessoalmente passo +10h agarrado a computadores de todos os tipos!
    Isto agora é considerado doença mental, mas não se esqueçam também que estes “doentes” estão a fazer bastante dinheiro! Sem contar com ajuda na nossa economia desde que os variados eventos gaming começaram!
    Tudo em exagero faz mal, têm razão nisso. Mas o normal do humano é puxar ao máximo as coisas e depois ver que realmente fez mal!
    Deviam preocupar-se mais com outros tipos de doenças mentais e sem ser mentais em vez de virem chatear aqueles que aliviam o stress a frente de um ecrã a jogar com amigos!
    Sem esquecer é claro que enquanto se joga, o máximo que se pode fazer de mal é matar o jogador online!
    Não é como as noticias da actualidade demonstram onde cada vez mais há acidentes devido ao álcool, atentados, suicidios, homicidios etc etc!
    Com tais noticias e situações parecidas, porquê aborrecer aqueles que fazem o que gostam?

  14. Avatar de Victor F.
    Victor F.

    Mais grave que isto são as pessoas que não vivem sem os facebook’s e instagram desta vida ao ponto de tirarem fotos antes de comerem, enquanto vão na rua, no cinema, enquanto se está com outras pessoas… isto para mim é que é grave

  15. Avatar de Daved
    Daved

    Essa gente tem mais que se lhe diga… Vicio em videojogo é doença mental, mas ir à “porcaria” dos Facebooks, Whatsapps, Snapchat e etc. não é doença nenhuma…. Só visto, pois os próprios andam o dia todo no Facebook. Eu faço 5 horas de jogo por dia e estudo e tiro dezoitos e dezanoves…. Vou passear todos os fins de semana. Não vejo como classificam Vicio em jogos como doença….

  16. Avatar de Hefesto,o Grande
    Hefesto,o Grande

    Excelente artigo,Marisa Pinto,muito bom mesmo. 🙂 Quanto à pergunta que nos faz—»”Identificam-se com alguns dos sintomas da Dependência em Videojogos?”-só digo com nenhum,pois nunca joguei,eh,eh. 🙂 Nunca tive sequer uma consola,nada de nada.o que tenho é um PC Desktop e vá lá… Quem é pobre não olha a vícios !!

    1. Avatar de Hefesto,o Grande
      Hefesto,o Grande

      E já agora,que contas de luz deverão pagar os coitados dos pais de quem é viciado em videojogos(falo de quem ainda vive com os pais,obviamente) ?? Na televisão e relativamente a este artigo verificava-se também que já adultos com mais de 30 anos passavam horas por dia a jogar e o aumento de raparigas a jogar era extremamente preocupante !! Mas as contas da luz é que devem ser “jeitosas”… 😀 😀 😀

      1. Avatar de Hugo
        Hugo

        Não gastarão muito mais que o habitual. Mais 10-20€, se tanto.
        Não é como os números de valor acrescentado que vêm contas de 1700€ 😛

  17. Avatar de Paulo Costa
    Paulo Costa

    Vi isto num dos telejornais à noite e reparei que abordaram tudo menos um dos pontos principais e que a mim me parece ser muito importante, que é o papel dos pais nestas situações, no que respeita aos adolescentes sob a guarda dos mesmos, digo.

    Seja como for, vai ser um bom nicho para muitos, os paizinhos e psicólogos agradecem e esfregam as mãos, grande slogan que daria: “O seu filho adolescente passa horas e horas a jogar sem sair do quarto? É viciado em videojogos? Então é obviamente doente mental! Mas não se preocupe se falhou no seu papel como progenitor, delegue agora mesmo a sua responsabilidade a psicólogos especializados e competentes!”

    Por outro lado e no mesmo âmbito da responsabilidade parental: “Papá, mamã, quero mudar de sexo, não me sinto confortável neste corpo! Ok filh@ (<= inserir género), é perfeitamente normal, pois és totalmente livre de exprimir e escolher a tua sexualidade, só queremos que sejas feliz, vamos marcar já a operação!"

    A responsabilidade primária e básica da educação dos pais para com os filhos é cada vez mais colocada em segundo plano devido aos facilitismos e comodismos, e, quando tudo falha (na maioria dos casos, os pais), basta delegar a "especialistas" os problemas daí derivados e sacudir as mãos.

    Interrogo-me, também, sobre os critérios de atribuição de patologias a uns comportamentos e a ausência dos mesmos a outros…

    Acho que Darwin vai ter a última palavra nisto tudo…

  18. Avatar de Bruno
    Bruno

    Antigamente os putos baldavam-se à escola para ficar a jogar. Pelos vistos agora também podem baldar-se à escola para ficar a jogar MAS têm falta justificada.
    Eu então já estou a ver a lista de lançamentos de 2018 para marcar as minhas baixas médicas no trabalho. Ainda quero saber se o recibo da Worten ou da Fnac funciona como atestado médico.

    1. Avatar de redlive13
      redlive13

      Hahaha ganhas-te

  19. Avatar de DrFrankenDerpen
    DrFrankenDerpen

    Falta a dependência do facebook e outras redes sociais.. geralmente a 1a e última coisa que a pessoa vê no telemóvel quando acorda e se deita.

  20. Avatar de Koso
    Koso

    O problema não são os videojogos em si, pois jogar um pouco não faz mal nem é doença. O pior é o excesso. É simples de compreender, só complcam.

    1. Avatar de Hugo
      Hugo

      Eu diria que o excesso, neste caso, não faz mal a ninguém. Se eu jogar 12 horas num dia é um abuso, no entanto não me faz mal nenhum, pois se eu o fizer é porque não tenho mais nada para fazer e me apetece gastar o meu tempo com isso.
      Não acho que seja sequer problemático uma pessoa andar entusiasmada com um jogo, por exemplo, antes de chegar a casa já estar a pensar ir jogá-lo. Quantas vezes não chegamos a casa entusiasmado para ver um filme ou fazer alguma outra actividade?
      Existem definitivamente pessoas viciadas, literalmente, mas isso não se contabiliza assim sem mais nem menos.

      1. Avatar de Koso
        Koso

        O mais preocupante serão os mais jovens, visto que a maioria dos mais velhos já estão suficientemente calejados nesta matéria. Podem faltar ás aulas, prejudica o cerbero e os olhos, obesidade, diabetes etc…

  21. Avatar de pedro
    pedro

    Cara Marisa Pinto, faz uma pergunta que não se deve fazer pq todos nós temos alguns comportamentos destes.
    Se vir as características de um psicopata, vai ver que a Marisa também se enquadra em algumas e se olhar para o colega do lado vai ficar surpresa.
    Depois de uma ótima palestra do Professor Pinto da Costa, fiquei a saber que 25% – 1 em cada 4 – dos tugas é psicopata. E as características abundam. O interruptor para nos passarmos é que varia.
    A deteçao do comportamento aditivo é a base, mas acho que o interruptor ligou aqui a alguns… Eh eh eh

    1. Avatar de Vítor M.

      😀 gosto de ouvir o prf. Pinto da Costa pela sua facilidade de explicar assuntos complexos e traduzir as coisas em “português corrente e coerente”. 😀

      1. Avatar de pedro
        pedro

        Sim, Victor e concordando consigo, adiciono “para leigos” como eu, também. É um espetáculo ouvi-lo. Dá sempre a sensação que eu era capaz de o ouvir horas e horas sem me cansar. Há pessoas assim. E olhe que eu sou de ciências exactas e não humanas, mas ele é mesmo especial. Bom ano.

    2. Avatar de Marisa Pinto

      Uma coisa é ter uma ou outra característica mas não basta isso para determinar um diagnóstico.

      Um diagnóstico é feito com muito cuidado, análise do histórico médico/psicológico de cada utente. Por exemplo, para cumprir um quadro de dependência em videojogos, o utente deve cumprir PELO MENOS alguns dos sintomas totais e, AINDA, descartar hipótese de outras perturbações e AINDA apresentar os sintomas durante X tempo, seguido e AINDA estes afectarem a sua vida social, laboral, pessoal, etc.

      Um diagnóstico é uma coisa séria, não é apenas uma checklist 🙂 (pelo menos quando é bem feito)

      1. Avatar de pedro
        pedro

        Verdade. Mais claro não se poderia dizer.
        Bom ano.

  22. Avatar de Vitor
    Vitor

    Caríssimos, tudo o que é realizado em excesso nunca fará bem. Dou 2 exemplos que presenciei na minha vida.

    – Tive amigos meus de infância que a toda a hora brincavam na rua (como se diz por estes tempos actuais, que é saudável) pois bem…de tanto socializarem, conseguiram andar com rufias, ladrões e vendedores de droga.
    É que por vezes o excesso de socializar, dá em conhecermos muitas pessoas, tanto do bem como do mal…depois, há quem consiga desviar-se deste caminho, mas há outros, que por lá ficam.

    – Depois tinha amigos (poucos) que podiam (€) adquirir aquela consola do Tetris/ Nintendo e eram uns viciados naquilo de tal forma, que nunca os víamos sair de casa. Mas estes amigos, eram daqueles Geeks, tinham sempre a última tendência da tecnologia e como tal, o vicio falava mais alto. Mas digo isto porquê! Porque naquele tempo, estes pequenos aparelhos, eram novidade. De certa forma, seria o “espertar” da tecnologia àquele nível e hoje, estão em empregos como, engenheiros informáticos, outros ligados ao ramos noutros sectores…ninguém ficou maluco por ter perdido algumas horas diárias em frente ao quer que fosse.

    Antes, também qualquer miúdo ou adolescente, ficava com a higiene em divida porque primeiro estava a brincadeira ou os jogos de consola, alguém os classificava como malucos?! – Claro que não.

    Hoje em dia, sabem muito bem que miúdos de 6 ou 7 anos a brincar numa rua, podem ser raptados.
    Adolescentes desaparecem, outros aparecem mortos por amigos, o perigo aumentou e por vezes os nossos jovens sentem-se seguros em casa do que andarem por aí.

    Há anos atrás, nem se ouvia tais coisas (apesar de haver, claro com menos intensidade) mas andávamos mais à vontade.

    Os Tempos mudaram, a tecnologia (e não só) trouxe alguns avanços positivos, mas trouxe também muita informação negativa fácil de lhe chegar e como tal o resultado é um pouco daquilo que todos nós assistimos diariamente nos jornais.

  23. Avatar de int3
    int3

    Tudo resume-se no equilibrio do cortisol e dopamina. Quando o cortisol é bastante e um certo comportamento faz produzir mais dopamina anulando-se o cortisol então o corpo aprende e cria snipases para repetir o mesmo. Isto acontece em TUDO.
    Até eu neste momento que estou a exprimir a minha opinião e feedback do assunto no pplware (costumo comentar).
    Por isso, não é uma doença mental. Nem faz sentido.

  24. Avatar de Robert Soares
    Robert Soares

    eu até era para comentar… …mas tou jogar COD

    1. Avatar de Koso
      Koso

      Qual é o teu psn ID? xD

    2. Avatar de Robert Soares
      Robert Soares

      O Th3 K1d

      Xbox One =)

      1. Avatar de Koso
        Koso

        Só tenho ps4 🙁

  25. Avatar de KNIGHT
    KNIGHT

    Eu tenho todos esses sintomas, sou doente mental?

  26. Avatar de Alexandre
    Alexandre

    Estou frente ao PC todo o dia! 29 anos Tenho muitos dos sintomas. Não jogo o dia todo, raramente visito redes sociais.Não há vontade de fazer mais nada sem ser olhar para o “vazio” do monitor.
    Não bebo nem fumo mas sim a terceira faço calma ai. Açucar? nope também não.
    Gosto de jogar 1 ou 2 jogos durante anos. E não há nada de novo nesta industria que motiva de jogar outros jogos. Até pelo contrário.
    Muitas vezes até tenho preguiça de iniciar a sessão de jogo.
    A causa não pode ser de video jogos no meu caso particular, apesar os sintomas presentes.

  27. Avatar de pois.....
    pois…..

    “here we go again”….

  28. Avatar de redlive13
    redlive13

    Tenho 18 anos.
    Sou um doente mental aditivo em videojogos,
    Gostaria de saber algumas coisas.

    1- recebo algum tipo de subsidio?

    2- a rarissimas já tem essa doença rara na lista?

    3- tenho invalidez para trabalhar?

    4- se ficar internado quem lutará na 3 guerra mundial de skywars no meu lugar?

  29. Avatar de Lara
    Lara

    Ninguém está a dizer que todos os que jogam são doentes. Como já aqui foi dito umas tantas vezes, a coisa torna-se patológica quando tem claramente impacto negativo na vida da pessoa. Sou gamer desde criança, com orgulho. É o meu hobby favorito. No entanto tenho uma vida normal, tenho 25 anos e conto com um mestrado na área da saúde, vivo sozinha e por isso tenho que tratar da lida da casa, cozinhar, etc. tenho amigos e uma relação amorosa perfeita… Em comparação, conheço um homem, é bonito, muito inteligente, capaz, simpático etc. que com 27 anos ainda está completamente dependente dos pais, não tem emprego, não tem namorada nem nada que se pareça e pouco vê os amigos, está inscrito numa faculdade de veterinária (não por obrigação, é mesmo a área de sonho dele) e vai chumbar pelo 2° ano consecutivo por não-comparência nas aulas nem exames… Porque só quer jogar Black Desert Online. Literalmente deixou as suas ambições e objectivos pelo jogo. Isto sim, raro mas real, é um caso patológico. Este meu amigo precisa e merece ajuda. Resta-me depositar alguma fé nos psicólogos e espero que eles em conjunto com o paciente que têm à frente consigam arranjar estratégias para reverter a situação para parâmetros ‘normais’ para um gamer, sem necessariamente quererem tirar por completo o gaming per se. Ser gamer e ser saudável. Ao contrário do tabaco, que por norma se torna aditivo muito facilmente e tem as consequências que tem, o gaming só é prejudicial em casos muito particulares. Não vejam isto como uma ameaça à integração dos videojogos na sociedade, muito pelo contrário revela que há gente que se preocupa com o niche de jovens gamers com distúrbios e em vez de os abandonar quer ajudá-los a terem uma vida normal a fazerem o que gostam. O gaming está cada vez mais longe do estereótipo social que era há 10 anos atrás aqui em Portugal, o que por si só já é uma victória. Agora é tratar de não deixar isto descambar 🙂

    1. Avatar de KNIGHT
      KNIGHT

      Que mentira rsrs, seu teclado esta coberto de chocolate e ‘salgadinhus’ cheetos e gotas do refrigerante pepsi.

  30. Avatar de joão Terra
    joão Terra

    Qualquer programar vai ser a doença mental!!!

  31. Avatar de Rui Correia
    Rui Correia

    O Tiago Relvas expressa-se tal e qual um dependente de um ou mais do que um vício,tal a confusão que vai na sua cabeça. Quer ser dependente, seja, mas não faça confusão nem esteja contra aquele que o não são.