Fibra Ótica: ANACOM quer que MEO dê acesso a 612 freguesias

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A ANACOM entende que deve ser imposta à Altice/MEO uma nova obrigação regulamentar de acesso à sua rede de fibra ótica. Pretende-se que os operadores possam, através do acesso à rede de fibra ótica da MEO/Altice, prestar serviços aos cidadãos e aos outros agentes económicos de várias freguesias.

Fibra Ótica: ANACOM quer que MEO dê acesso a 612 freguesias


A ANACOM defende que deve ser imposta ao grupo Altice a partilha de acesso à sua rede de fibra ótica em 612 freguesias do país.

Nesse sentido a ANACOM defende que deve  ser imposta uma obrigação grossista de acesso local virtual a fibra (Virtual Unbundling Local Access – VULA) e uma obrigação de acesso a um nível mais centralizado (oferta bitstreamEthernet) que disponibilize ao operador alternativo conectividades com débitos configuráveis até 1 Gbps, entre o ponto terminal de um acesso agregado e o ponto terminal do acesso local.

ANACOM: Freguesias em que não existe concorrência efetiva

Fibra Ótica: ANACOM quer que MEO dê acesso a 612 freguesias

A oferta grossista à rede de fibra ótica da MEO/Altice nas freguesias identificadas terá associada uma obrigação de preços justos e razoáveis, que permita aos operadores desenharem ofertas retalhistas e oferecerem aos seus clientes finais, de uma forma rentável, os serviços retalhistas tipicamente disponíveis no resto do país.

Fibra Ótica: ANACOM quer que MEO dê acesso a 612 freguesias

João Cadete de Matos, presidente da ANACOM,  referiu que“Não há razão para haver no país cidadãos que tenham ofertas concorrenciais e outros não. Achamos que todos os cidadãos no país devem ter ofertas concorrenciais”.

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  1. Avatar de Brito
    Brito

    E já agora o Sr. João Cadete de Matos, presidente da ANACOM, devia também lembrar-se que existem algumas (muitas) freguesias onde existem cidadãos, deste mesmo país, que nem oferta têm!!

    1. Avatar de Nuno Nunes
      Nuno Nunes

      Tem zonas nem fibra tem e nem rede movel tem

  2. Avatar de Mirtha
    Mirtha

    Se a Altice quando era portuguesa (ctt/tlp/pt) já não prestava, agora que é estrangeira pior ainda se tornou. Só vêem númerosssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss……………….

  3. Avatar de Joao Ptt
    Joao Ptt

    Tendo em conta que a MEO através da PT, agora Altice, lixou o TDT (não tendo dezenas de canais televisivos como poderia) só para beneficiar a sua oferta por cabo, não tenho pena nenhuma deste tipo de medidas que a Anacom tenta impor à MEO.

    Por outro lado a MEO vai acabar por beneficiar à mesma porque certamente os outros operadores terão de pagar pela utilização da estrutura física.

    Melhor seria que a Anacom força-se o Estado a pagar a uma empresa pública ou privada para colocar fibra óptica onde ninguém tem a mesma, ou onde não existe concorrência efectiva (pelo menos 3 empresas diferentes), e a disponibilizar a todos os operadores por um determinado valor.
    Do contrário empresas externas terão receio de fazer investimentos em Portugal, porque sabem que a qualquer momento o Estado Português pode decidir impor a disponibilização da infra-estrutura directamente à concorrência.

    1. Avatar de J.C.Lopes
      J.C.Lopes

      A culpa é de quem deu a gestão da TDT a uma empresa concorrente, era obvio que iria dar no que deu.
      Como este país é uma completa anedota, já nem vale a pena rir.

    2. Avatar de JB
      JB

      Quando não se sabe do que diz mais valia estar calado!!! A solução TDT voi desenhada pela ANACOM com instalação/manutenção realizada pela MEO/Altice. No tempo da sua implementação a ANACOM foi aletada pela MEO/ALTICE que a solução não era a mais adequada!!!

      Não quero com isto defender a MEO/ALTICE mas sim alertar que os porblemas de telecomunicações do nosso país tem o principal culpado no regulador ANACOM.

  4. Avatar de Aiaiai
    Aiaiai

    Mais uma vez… Trás os Montes e Alentejo profundo completamente esquecidos… Nem rede móvel decente quanto mais fibra…

    1. Avatar de Joao Ptt
      Joao Ptt

      Nesse caso só o parlamento pode forçar a mudança, através de lei que obrigue todos os operadores a terem cobertura integral exterior e funcional para garantir a máxima performance.

      A Anacom até tenta que todas as áreas tenham algum operador a providenciar cobertura, mas para quem anda de um lado para o outro pode ter boa cobertura numa área e uns quilómetros ao lado ter de utilizar outro operador para conseguir ter cobertura aí… ou teria de arranjar um cartão de um operador virtual que trabalhasse com todos os operadores físicos para garantir sinal, até onde sei nenhum operador virtual trabalha com todos os operadores, com um ou dois parece ser a norma… mas se nenhum dos dois têm cobertura e só um terceiro é que tem, então fica enrascado na mesma.

  5. Avatar de TiagoR
    TiagoR

    Apetetece me vocifrar com tudo o que há de palavras feias em relação à Anacom mas não posso ! Vou ser comedido, dividiram, venderam, receberam como quiseram e agora é que estão preocupados com o mercado de comunicações a funcionar em concorrência ! Se fosse à MEO nem um cm de fibra ! Lamentavelmente quem paga a fatura são as populações do interior !

    1. Avatar de Mirtha
      Mirtha

      E quem são esses estrangeiros para estar acima de quem manda no nosso país, no sector !?!

    2. Avatar de Joao Ptt
      Joao Ptt

      A MEO vai continuar a facturar, pior para a MEO é se a Anacom convence-se o Parlamento a passar uma lei que permitisse mandar uma empresa (pública ou privada) colocar fibra óptica e disponibilizar a todos os operadores concorrentes que não têm infra-estrutura a servir a localização… porque aí a MEO não ganhava nada.

  6. Avatar de Driver
    Driver

    A medida é boa para o consumidor, mas é engraçada. A Altice investe e agora é obrigada a partilhar quando os outros não lhes apetece investir?! Hmmm
    Sim vão ser pagos por isso, mas é curioso.

    1. Avatar de Joao Ptt
      Joao Ptt

      Podia ser pior para a MEO, o parlamento poderia fazer uma lei para uma empresa (publica ou privada) colocar fibra óptica onde não houvesse fibra ou onde não houvesse pelo menos 3 operadores, e a MEO assim não receber nada.

      1. Avatar de JB
        JB

        Mas vosso é mesmo um iluminário… e por raio o estado pode obrigar uma empresa a construir uma infraestrutura de graça???

  7. Avatar de NS
    NS

    Quando fui cliente MEO tive 28 reclamações por escrito devido ao mau serviço que prestam tanto ems erviço movel como em casa. Arredores de loures ainda hoje não se tem rede movel como deve ser, onde resido tem de se estar bastante quietinho num sitio se queremos falar ao telemovel. Quando pude fugir para a concorrencia fugi e até a data estou super satisfeito. Pena é a Liga T estar “cofinada” ainda a regiao de Leiria.

  8. Avatar de NS2
    NS2

    Agora choras… Querias a empresa publica que os politicos roubaram a todos… Pois tambem eu.
    TDTs FIBRAs e seus derivados públicos para todos.

  9. Avatar de Pedro Ferreira
    Pedro Ferreira

    Só se ler isso “obrigar, obrigar, obrigar”.

    Agora “abrir o mercado”, “incentivar a livre concorrência” ou “diminuir os impostos” ninguém quer

    1. Avatar de Joao Ptt
      Joao Ptt

      O mercado está aberto, existe livre concorrência, e impostos para estas empresas parecem manter-se +/- na mesma, nada disso tem impacto porque as empresas estão preocupadas com lucro, não com servir toda a gente mesmo em locais onde não está ninguém mas poderá vir a estar (cobertura integral).
      Ou se obriga as empresas ou o Estado tem ele mesmo de fazer a infra-estrutura… é mais barato obrigar os outros.

      1. Avatar de Pedro Ferreira
        Pedro Ferreira

        As empresas cobram dos consumidores os impostos que elas pagam, como o IRC, o IVA, o IMI, a Taxa de Regulamentação e a Taxa de Contribuição para o Audiovisual (CAV). Você acha que isso é justo e favorece a livre concorrência?

        Se você não se importa com o lucro (já que seus comentários são sempre críticos aos lucros das empresas), por que não cria uma empresa na sua região e oferece serviços gratuitos? Talvez assim você possa contribuir para o bem-estar social que deseja.