Cibersegurança de geração 5: Quantos ataques já sofreu hoje… e nem percebeu?

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A revolução tecnológica tem vindo a impactar todos os sectores de atividade e tem trazido enormes desafios para as organizações, podendo enumerar-se a literacia informática dos colaboradores, a mobilidade e a segurança dos dados das organizações.

Ao nível de segurança, o desenvolvimento e sofisticação dos ataques informáticos evoluiu do simples vírus informático (que corrompia dados de um sistema) para ataques orquestrados de forma concertada e de larga escala. Esta nova geração de ataques é também conhecida por Gen V, a qual representa ataques de larga escala, concertados e planeados para agir de forma cirúrgica e bem definida.

Cibersegurança de geração 5: Quantos ataques já sofreu hoje... e nem percebeu?


Sabia que alguns dos ataques à sua rede são feitos por Endpoints e dispositivos móveis dos colaboradores?

As empresas portuguesas estão num nível tecnológico de segurança básico, onde a conjugação de baixos investimentos de renovação dos seus parques informáticos com a falta de atualização dos softwares usados pelas suas equipas, criam falhas de segurança que podem levar a prejuízos incalculáveis.

Com a quinta geração de ciberataques (Gen V), o cenário de ameaças está em constante mutação e desenvolvimento, infetando diariamente inúmeras organizações em todo o mundo. O espetro destes ataques é numa escala global e multi-vetor que procura falhas nos ambientes empresariais, necessitando de uma abordagem de segurança de prevenção e defesa unificada e integrada, onde nenhum ponto de acesso é descurado de modo a conseguir dar uma visibilidade clara e detalhada de qualquer tentativa desde o momento zero.

Cibersegurança de geração 5: Quantos ataques já sofreu hoje... e nem percebeu?

Qualquer responsável de segurança deseja ter visibilidade total sobre qualquer ameaça e em tempo real. Isso é algo muito difícil de se conseguir, porque muitas vezes deparámo-nos com ataques que simplesmente já nos passaram ao lado e nem sequer tivemos a possibilidade de os controlar ou então nem nos apercebemos que fomos atacados!

Com o Check Point Security CheckUp, o responsável de segurança da sua empresa obterá um relatório completo e sem custos adicionais com as ameaças identificadas na rede, bem como o apoio de um especialista de segurança para explicar cada ameaça, incidente e respetivo impacto, para além das recomendações de melhoria para uma melhor e maior proteção dos níveis de segurança da sua rede.

Neste relatório desenvolvido pela Check Point Software, facilmente encontrará:

  • O número de malware existente na sua rede;
  • Quais as aplicações web de elevado risco em uso;
  • Ataques e tentativas de intrusão de bots na rede;
  • Perda de da dados sensíveis;
  • Ameaças em endpoints e dispositivos móveis;
  • Recomendações chave para proteger a sua rede.

Veja como a Check Point está a ajudar empresas como a sua a detetar qualquer tipo de ameaça!

Security CheckUp

 

Este artigo teve o apoio da Wavecom

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  1. Avatar de blablabla
    blablabla

    “As empresas portuguesas estão num nível tecnológico de segurança básico, onde a conjugação de baixos investimentos de renovação dos seus parques informáticos com a falta de atualização dos softwares usados pelas suas equipas, criam falhas de segurança que podem levar a prejuízos incalculáveis.”

    Isto é a Pplware a tentar constatar algo? Ou estão a citar alguém?
    Caso seja a Pplware, onde estão os dados e a fonte dos mesmos para esta constatação?

    1. Avatar de BC
      BC

      Eu, que faço field support a parques informáticos de centenas de clientes, posso confirmar a frase do Pplware. É incrível a quantidade de empresas que deixam para último plano a renovação e manutenção (a vários níveis) dos parques informáticos. E depois quando já está quase no fim de tempo útil de vida, é que contratam os serviços da minha empresa para irmos lá resolver aquilo. E no fim ficam surpreendidos quando a solução passa por mudar o parque informático completo, que vai desde retirar PC’s ainda com o Windows XP (+ Offices e outros licenciamentos), switchs 10/100, cablagem CAT4, segurança de rede, antivirus, etc etc etc.
      Por isso, sim. É um facto que as empresas não querem saber de manutenção informática. Julgam que basta ter 1 PC ligado à net e não se precisa de fazer mais nada.
      É como os carros: não basta meter gasolina e andar. Só que ninguém percebe isso.

      1. Avatar de blablabla
        blablabla

        Ah, portanto não é só o Pplware, você também quer tentar constatar afirmações sobre todas as empresas portuguesas. Fantástico.

        Olhe lá, e já pensou em talvez não tentar constatar afirmçãoes relativamente a todas as empresas portuguesas? Não que eu seja dono de uma mas é que pode ser um pormenor relativamente importante e certamente nem você nem o Pplware conhecem todas.

        Ah e ainda me há-de explicar o que é que “switchs 10/100” e “cablagem CAT4” tem a ver com segurança informática.

  2. Avatar de Mc
    Mc

    Acho que o problema são mesmo os €€€ ou $$$

    1. Avatar de Falcão Azul
      Falcão Azul

      Eh,eh,eh,é verdade. 🙂

  3. Avatar de Devsys
    Devsys

    Problema básico de se explicar, segurança não produz valor em toda a engrenagem da empresa, portanto, é sempre visto como desperdício.
    Não adianta tentar explicar a quem gere que algo não seguro pode gerar perdas futuras.
    A palavra chave é “pode”, e como o “pode” não é certo, ninguém quer saber disso.
    Já gastos com melhor software é mentira, quanto mais com segurança. Ainda em 2010 (mais ou menos), havia uma empresa (multinacional) com muitas lojas abertas em Portugal de material de escritório, e era tudo “gerido” e registado em folhas de Excel.
    E o responsável pela “modernização” queria, pagando migalhas, que todo o seu modelo de “gestão” das dezenas de lojas fosse feito por software entretanto feito á medida, com as dezenas de sincronizadas, stock sincronizado, pedidos de encomendas, facturas, loja na internet, enfim, tudo sincronizado. Incrivelmente, achava que aquilo era básico e fácil de se fazer e que não iria custar mais que umas migalhas pagas a um “macaco da programação”.
    Portanto, esqueçam lá isso de grandes gastos com a segurança. Aliás, achei inacreditável quando vi uns tipos na TV, até um general, a dizer que Portugal estava capacitado para ataques em grande escala, que havia um tal de “centro de controlo” hahaha apartir dali, quem é do meio sabe uma coisa, mesmo em entidades públicas, o que interessa é fachada, o faz de conta.

  4. Avatar de sakura
    sakura

    Não quero que o meu ISP me atribui 1 endereço IPV6 pq?
    Gosto mais NAT IPV4 mas já estou a ver o filme ……
    Em IPV6 “todos podem falar com todos” (todos= IP),
    “as pessoas sabem o que isto significa? ”

    com a sucata na rede 1 jantar que sò dura 10mim online.
    -boss, lol eu quero é aceder aos meus ficheiros quando estou no café, e nada melhor que IPV6……. aiai win xp.

    1. Avatar de sakuchupa
      sakuchupa

      what are u talking about? are you sure? get the facts straight! = minus interaction on protocol

  5. Avatar de Jorge
    Jorge

    Pois.
    Colocar uma empresa de origem Israelita dentro da nossa empresa a inspeccionar o tráfego de rede dá um pouco que pensar …

    1. Avatar de Pérolas
      Pérolas

      Não há almoços grátis…

  6. Avatar de Leonel
    Leonel

    manuais sobre o tema, alguem aconselha ?

  7. Avatar de sakura
    sakura

    3 Horas, ate que 1 trabalhador uzou wifi para actualizar 1 smartphone Chinês………