A vida de muitas pessoas “corre” a um ritmo elevado. Nem tudo é bom, mas também nem tudo é mau. Há dias bons e também é normal, mas hoje é dia “Blue Monday“, o dia mais triste do ano. Quais as razões para tal?
Blue Monday é apenas marketing ou está comprovado cientificamente?
“Blue Monday” é o nome dado ao suposto dia mais triste do ano. Geralmente, este dia corresponde à terceira segunda-feira de janeiro. Em 2005, como parte de uma campanha publicitária de uma agência de viagens, que alegava ter identificado o dia com base numa fórmula pseudocientífica que considerava fatores como:
- O clima (inverno no hemisfério norte, com dias curtos e frios);
- Dívidas acumuladas após o Natal;
- A queda na motivação e a necessidade de mudanças;
- O tempo decorrido desde as resoluções de Ano Novo.
De referir que em 2004, o psicólogo Cliff Arnall analisou uma série de variáveis para calcular qual seria o dia mais triste do ano e concluiu que seria este.
Inicialmente, pediram-me para pensar qual o melhor dia para marcar férias de verão, mas quando comecei a pensar nos motivos para marcar férias, refletindo sobre o que milhares de pessoas me disseram durante os workshops de gestão de stress e de felicidade, havia fatores que apontavam para a terceira segunda-feira de janeiro como sendo particularmente depressiva.
Embora a ideia de “Blue Monday” ter vindo a ganhar popularidade, é amplamente considerada uma estratégia de marketing sem base científica. Ainda assim, o conceito é usado para discutir a saúde mental e o bem-estar, especialmente num mês que muitas pessoas o consideram muito desafiador.
A terceira sexta-feira de junho é considerada o dia mais feliz do ano. Segundo Cliff Arnall, o cálculo tem como base as seguintes variáveis: interação social, memórias infantis das férias de verão, possibilidade de sair de casa, o bom tempo e excitação pelas férias.