Autenticação Multifator: Centro Nacional de CiberSegurança lança guia

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O Centro Nacional de Cibersegurança lançou recentemente um referencial prático e estruturado para ajudar organizações na adoção de soluções de autenticação multifator, equilibrando segurança, eficiência operacional, custos e usabilidade.

Autenticação Multifator: Centro Nacional de CiberSegurança lança guia


Autenticação Multifator: guia ajuda a implementar…

O Guia para a Seleção de Soluções de Autenticação Multifator é um referencial que tem como objetivo definir uma abordagem estruturada e adaptada às necessidades específicas de cada organização no processo de adoção de mecanismos de autenticação multifator. O esquema apresentado para o processo de seleção destes mecanismos é dividido em três fases distintas:

  • 1) Contexto Organizacional;
  • 2) Categorização de Serviços;
  • 3) Mapeamento de Mecanismos de Autenticação.

Esta sequência proporciona uma orientação clara e prática para a adoção eficaz de soluções de autenticação multifator, que permita equilibrar segurança com eficiência operacional, custos e usabilidade.

A autenticação é um processo que envolve a verificação de identidade através de um conjunto de critérios únicos, como, por exemplo, uma combinação de nome de utilizador e palavra-passe, tokens de autorização, cartão de identificação e/ou dados biométricos. A autenticação poderá ser baseada em três tipos de fatores distintos:

  • Fator de Conhecimento
    • algo que se sabe, como por exemplo palavras-passe e PINs.
  • Fator de Posse
    • algo que se possui, como por exemplo hardware tokens, cartão inteligente e cartão de memória.
  • Fator Inerente
    • algo que a pessoa é e pode ser identificável através do recurso a dados biométricos, como por exemplo leitura facial, impressão digital e dinâmica de escrita

A autenticação multifator implica combinar dois ou mais fatores de autenticação no acesso a uma conta, considerando que isso poderá mitigar, de forma significativa, o risco de comprometimento de sistemas e adicionar um nível de segurança às suas contas. É esta combinação de mecanismos que se designa por autenticação multifator. Este método é projetado para mitigar várias vulnerabilidades associadas à autenticação tradicional baseada apenas num único fator, geralmente a palavra-passe.

Guia MFA

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  1. Avatar de Richie
    Richie

    Fica mais facil para quem tem 6 dedos na mao esquerda, como na foto gerada pela AI!?

  2. Avatar de trolha333
    trolha333

    e se obrigar a algo que te identifique na rede, tal como um telemóvel que tem um número ou conta associada a ti, perdes completamente a privacidade e é assim que se tem feito o controlo!
    mas o outro marmanjo que comentou no outro artigo acha que é só teorias da conspiração!

    1. Avatar de Fernando P
      Fernando P

      Telefone do trabalho não é um telefone pessoal , logo pode e deve ser identificado e controlado na rede, aliás era o que faltava alguém ligar um telemóvel ou qualquer outro equipamento móvel a uma rede empresarial sem qualquer tipo de controlo.

      1. Avatar de trolha333
        trolha333

        há cada vez mais a realidade de “bring your own device” e nem todas as organizações são ou devem ser do tipo que tu achas que devem ser!
        E cum caneco!!!! Foste do “ter privacidade” para o “sem qualquer tipo de controlo” mais rápido que um p$>>% de feijoada!

        1. Avatar de Fernando P
          Fernando P

          Tretas. “bring your own device” sem controlo, jamais. Nenhuma grande empresa permite uma coisa dessas.

          1. Avatar de Jónatas Valério
            Jónatas Valério

            lá estás tu a comentar uma realidade paralela

  3. Avatar de tozzini
    tozzini

    Página 35: “Digitalização da Retina (…) pode ser afetado por doenças como o glaucoma, a diabetes, e
    doenças generativas”. Percebem muito de 0 e 1(s). Mas falta-lhes mais alguma coisa… talvez devessem substituir “doenças generativas” por doenças degenerativas”. Creio que isto é do conhecimento geral