Tesla S também esteve vulnerável a problemas de segurança

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A segurança, e as preocupações que com ela se relacionam, começa a ocupar novos nichos e novos utilizadores, que até agora estavam isentos de problemas.

A mais recente vitima foram os carros da Tesla, em particular o modelo S, que foi vítima de um ataque onde se mostrou que pode ser controlado de forma remota.

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Dois investigadores conseguiram provar que os modelos S da Tesla são vulneráveis a ataques e que podem ser controlados de forma total, depois de acedidos e infectados com um malware criado para esse fim.

Os dois investigadores resolveram testar a segurança dos Tesla para provarem que toda a importância que a empresa dá a estas questões é real e que estes automóveis estão realmente protegidos.

Mas a falha que descobrira é simples de replicar e apenas requer acesso físico ao carro uma vez, ficando este infectado e podendo depois ser controlado.

O ataque permite que o carro seja desligado a baixas velocidades, activando depois alguns mecanismos de segurança do próprio sistema, que são normalmente apenas activados quando o carro está imobilizado.

Mas os investigadores trabalharam de forma muito próxima com a Tesla e foi de imediato disponibilizada uma actualização OTA que trata deste problema e que corrige a falha descoberta.

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A Tesla é apenas mais uma vítima destes ataques. Depois de há algum tempo ter sido mostrado que os jipes da Chrysler podem ser atacados e que uma aplicação da General Motors, que controla remotamente alguns carros, pode ser raptada, é agora a vez da Tesla estar debaixo de fogo.

Mas o problema teve uma duração muito curta, com a correcção da falha a ter sido lançada de imediato e garantindo a protecção destes carros.

A segurança informática está a descobrir novas áreas e novos recursos que têm de ser protegidos e a sua segurança garantida. Também os atacantes descobrem agora outros pontos de falha que resolvem explorar.

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  1. Avatar de Zaark
    Zaark

    O controlo remoto dos modelos mais antigo era o empurrão. Belos tempos.

    1. Avatar de Rui
      Rui

      Nos carros actuais nem o empurrão resulta. Um carro actual, se a bateria perder a carga, não é possível empurrar o carro sem danificar algo….. e mesmo com outra bateria em paralelo, o computador de bordo dá erro permanente, direcção assistida não funciona, quase todos os controlos de tracção e estabilidade ficam desligados….. até levar uma bateria nova e fazer um reboot completo ao sistema!!!!!

      1. Avatar de José Maria Oliveira Simões
        José Maria Oliveira Simões

        Não troquem a bateria num carro dos novos às três pancadas. Se trocarem a bateria sem fazerem a devida adaptação da bateria, ao ligarem o carro, este pode incendiar-se. Atenção, que o perigo é bem real, pois o alternador do carro, com a informação incorrecta pode sobreaquecer e incendiar-se. Atenção que se arriscam-se a ficar sem o popó novo. O melhor, mesmo é ir à oficina tratar do assunto. A não ser que tenham uma maquina de diagnostico para fazer a adaptação da bateria, pois a centralina do carro tem que ter conhecimento que a bateria velha foi trocada por uma nova.

        1. Avatar de Vítor Rodrigues
          Vítor Rodrigues

          Trabalhei 35 Anos como electricista e a única coisa que pode trazer avarias com a troca da bateria e inverter a polaridade, assim como em qualquer equipamento electrónico (como um computador ou telemóvel. o Resto é treta.

          1. Avatar de José Maria Oliveira Simões
            José Maria Oliveira Simões

            Recomendo vivamente que vá reciclar os seus conhecimentos no curso de mecatronica automovel no CEPRA ou numa outra escola. O saber não ocupa espaço, amigo ! Como digo, aprender até morrer. Aconselho e recomendo que nem experimente meter 12 volts num fio que só deve ter 5 volts, como são os fios que vão dar à centralina. Ou pior, meter um fio de secção inferior na ignição (reduzir o diâmetro de 5 mm para 1,5 mm).

  2. Avatar de Scrublord
    Scrublord

    Os carros cheios de “gizmos” electrónicos é tudo uma anedota.
    Os comuns “xarutos” é que são carros.

    Para quê poupar nas emissões se depois levam carradas de material novo? E esse material não produz emissões a ser fabricado?
    Lógica…