Português clonou…

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rato com método pioneiro! Um português clonou com sucesso um rato de laboratório, recorrendo a uma técnica inovadora nesta área. O feito, descrito na revista “Cloning and Stem Cells”, tem captado o interesse da comunidade científica.

Em 2004, Ricardo Ribas, licenciado no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), no Porto, e graduado em Biologia Básica e Aplicada, clonou um rato de laboratório recorrendo a uma técnica inovadora. Nascia assim Figo, um rato que sobreviveu nove meses. A experiência já mereceu destaque na revista científica “Cloning and Stem Cells“, e captou a atenção de cientistas de outros países, que pretendem aplicar a técnica em animais de maior porte.
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  1. Avatar de Miguek
    Miguek

    Ahh Gande TUGA!!!!
    Vamos a ver amanha!!!!!!!
    Força PORTUGAL!!!!!

  2. Avatar de t@ndre
    t@ndre

    realmente…
    existem tugas em tudo o que é sitio a trabalhar em tudo o que é trabalho….
    mesmo talvez um pouco “pausivel de debate”

  3. Avatar de dc
    dc

    ellaaaa, 9 meses….

    não tarda anda o MAcDonalds a aplicar esta tecnica nas suas vaquinhas, assim o pessoal quando apanhar aquele hamburger delicioso, diz o nº de serie e eles fazem muitas copias da vaca =P lol

    Mas realmente os portugueses andam-se a afirmar lá fora, já não era sem tempo, agora so falta tirar o pais da lista negra dos paises de 3º mundo.

  4. Avatar de CHAGAS

    o nome do rato é que me partiu todo! hehehehe!
    ganda figooooooo!!!

  5. Avatar de t@ndre
    t@ndre

    realmente agora que falas @CHAGAS, até que são parecidos 😐
    LOL reparem naquele narizinho 😉

  6. Avatar de Antonio

    Mais uma prova de que os portuguêses têm potêncialidade para muitas coisas. Também me didico á biologia e espero encetar carreira neste mundo e o primeiro impase que existe quando é necessário “fazer ciência” são os fundos, ou seja, o carcanhol. Depois ademiramo-nos que cientistas tenham de ir para o estrangeiro para conseguirem concretizar as suas aspirações, pois o governo não incentiva nem ajuda monetáriamente a comunidade ciêncifica nacional. Se formos a contabilizar bem as coisas, talvez nas grandes investigações de topo em todo o mundo exista pelo menos um português lá na sombra, mas no fundo no fundo foi ele que descobriu a coisa, mas como é português os do seu país natal ficam com os louros.

    Invistam na investigação no nosso país, e así vão ver os investimentos a cair em terras lusas.

    Um abraço, e parabéns pelo blog!
    Obrigado