Portugal: Isolamento por COVID-19 passa de 10 dias para 7 dias

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Depois de algum debate sobre o tema, a Direção-Geral da Saúde anunciou esta quinta-feira, a redução do isolamento de casos positivos de COVID-19 assintomáticos e contactos de alto risco de 10 dias para sete dias.

Esta nova medida entra em vigor já na próxima semana.

Portugal: Isolamento por COVID-19 passa de 10 dias para 7 dias


COVID-19: Variante Ómicron tem um tempo de incubação mais curto

A decisão, hoje anunciada, surge um dia depois da Região Autónoma da Madeira ter reduzido para cinco dias o período de isolamento de infetados assintomáticos e de quem contactou com casos positivos, acabando mesmo com a quarentena de contactos vacinados com a terceira dose.

De acordo com o comunicado da DGS…

Esta decisão está alinhada com orientações de outros países e resulta de uma reflexão técnica e ponderada, face ao período de incubação da variante agora predominante, a ómicron

De referir que estudos recentes indicam que a nova variante ómicron tem um tempo de incubação mais curto (cerca de três dias) e que a duração da doença é também mais curta.

Portugal: Isolamento por COVID-19 passa de 10 dias para 7 dias

Até agora, “o fim do isolamento profilático corresponde ao 14.º dia após a data da última exposição de alto risco ao caso confirmado”, mas, para contactos de alto risco assintomáticos, o isolamento termina se tiverem resultado negativo num teste realizado ao 10.º dia.

Também os Estados Unidos reduziram o isolamento, mas para cinco dias. A Inglaterra e Espanha encurtaram os períodos para sete dias, tal como Portugal.

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  1. Avatar de Orbi
    Orbi

    Porque não colocaram 5 dias como muitos estão a fazer!
    De 10 para 7 a transformação é quase nula.
    Vê-se mesmo que o medo político em perder votos se sobrepõe á ciência

    1. Avatar de Eu sei lá
      Eu sei lá

      A resposta é simples: considera-se os dados que há … e faz-se como em Espanha.
      No que dizes, ao misturar a questão com os votos, percebe-se a intenção – mas não há ciência nenhuma. Se fossem 5 dias em vez de 7 perdia mais votos porquê?

      1. Avatar de Paulo Andrade
        Paulo Andrade

        Seja bem vindo novamente… Já tens algum comentário sobre os 100% de vacinados a cima dos 65 anos em portugal desde finais de agosto?

        https://sicnoticias.pt/especiais/vacinar-portugal/2021-09-14-Portugal-tem-todos-os-idosos-vacinados-e-80-da-populacao-com-vacinacao-completa-d8808ee6

        É que quando n~ao te cheira deixas a malta a falar sozinha…

        1. Avatar de Carlos Silva
          Carlos Silva

          Meu caro Paulo, o “Eu sei lá” faz jus ao nome: é ignorante.

  2. Avatar de Luis Henrique Santos Silva
    Luis Henrique Santos Silva

    Ainda vai ser pior em termos de casos, ainda está em estudos e em pesquisas, isso vaid ar raia, quando os números começarem a crescer mais, lembrem-se disso….

    1. Avatar de Eu sei lá
      Eu sei lá

      Os “casos” (número de infeções são uma coisa, não são doença) e os caos de doença grave (internamentos) e de mortes são outra – graças à vacinação.
      Em concreto, estás-te a referir a quais casos? A mesma pergunta para o outro “Silva”, que concorda não se sabe com quê-

      1. Avatar de eu2
        eu2

        Casos confirmados e mortes. Alguma questão?

      2. Avatar de Zed
        Zed

        Como já te disse, não partilho da tua covardia, cresce, criatura.

        1. Avatar de Zed
          Zed

          Afinal foi mais fácil revelar a lama que és e tentas disfarçar do que pensava. Tens muito que crescer, miúdo.

    2. Avatar de Manuel Caetano
      Manuel Caetano

      Sim, o número de assintomáticos vai aumentar. E depois? Deixa de ser medricas. Em vez de pôr máscara devias andar com fraldas.

      1. Avatar de Zed
        Zed

        Acertaste em cheio… este palerminha nem sabe o que é o período de incubação e afirmava que era possivel que uma doença com 15 dias de incubação infetasse toda a pouplação da China… em 5 dias! 😀
        Vai mudando de nick, mas o paleio ignorante a aborrecido, que não sabe adpatar o nivel de linguagem ao contexto, que tenta usar a forma para esconder a falta de conteúdo, denunciam a criatura.

    1. Avatar de Eu sei lá
      Eu sei lá

      O que disse nessa entrevista, do dia 29, não é muito diferente da que deu hoje, dia 30, com Francisco George. Houve pelo menos, uma mudança de tom dos títulos da CNN de uma notícia para outra – de “o risco é nulo” para “não há razões para alarme”:

      https ://cnnportugal.iol.pt/amp/francisco-george/pedro-simas/omicron-esta-a-tornar-a-covid-19-endemica-especialistas-dizem-que-sim-e-tranquilizam-nao-ha-nenhum-alarme/20271231/61ccdc240cf21847f0a1f64d

      O que é preciso é ter em atenção é que se está a referir à situação atual – com 90% da população vacinada e com a Ómicron a tornar-se rapidamente dominante, mais infecciosa mas que provoca doença menos grave que a Delta. É uma pessoa que vale ouvir a opinião, mas que não a única a considerar. Não há unanimidade entre os especialistas, como mostra nas entrevistas ao referir-se aos “meus colegas”.

      1. Avatar de Eu sei lá
        Eu sei lá

        Por exemplo, a Ordem dos Médicos, acaba de contrariar a tese do fim das restrições: “Consequências podiam ser catastróficas”: Ordem dos Médicos considera que “esta seria a pior altura para se tentar a imunidade natural sem controlo” (CNN, hoje).

  3. Avatar de Eu sei lá
    Eu sei lá

    É preciso muito cuidado com este tipo de notícias. Por isso deixo o link para a entrevista de Graça Franco à RTP:
    https://www.rtp.pt/noticias/pais/graca-freitas-explica-reducao-para-sete-dias-do-isolamento-profilatico_v1373645

    Ouçam com cuidado. Do que percebi, distingue-se:
    1) Pessoas infetadas (i.é. que testaram positivo):
    – se não desenvolveram quaisquer sintomas, o isolamento termina ao fim. de 7 dias
    – se desenvolveram sintomas (mas que não as levou ao internamento), o isolamento continua a ser de 10 dias, e só saem do isolamento após um teste em que não testam positivo;
    2) Contactos de alto-risco em que se incluem os co-habitantes, e que se devem assegurar que do contacto com infetado não resulte infeção e que estejam elas próprias protegidas por vacinação ou reforço, e que não desenvolvam sintomas – o isolamento termina aos 7 dias
    3) Contactos não considerados de alto-risco – estando vacinadas e com dose de reforço – não precisam de período de isolamento.
    Peço, encarecidamente, que ouçam a entrevista e que me corrijam se não foi isto o que ela disse.

    Um outro aspecto, ela está a falar considerando a Ómicron a variante dominante e que tem, apesar de ser mais transmissível: menor período de incubação, menor período de transmissibilidade e menor risco de provocar doença grave. Como ela diz, não há aqui certezas, a infeção pode ser pela Delta ou pela Ómicron e a doença não se desenvolve sempre da mesma maneira, mesmo nas pessoas com vacinação completa e com dose de reforço. Por isso, manter sempre a precaução.

    1. Avatar de Zed
      Zed

      Não é anti-vacinas, é só anti-ciência 😉

      1. Avatar de Carlos Silva
        Carlos Silva

        * demasiado

  4. Avatar de xyr
    xyr

    Receita de sete etapas da saúde pública para o medo do projeto
    “Enquanto nem todo mundo estiver vacinado, ninguém estará seguro”. Klaus Schwab

    (O prometido é devido , aqui vai um pouco da estratégia para o medo levar à vacinação , com tradução automática , mas percebe-se a ideia , que foi agora a propósito desta pandemia posta em prática )

    A receita é intitulada ‘Receita das Sete Etapas para Gerar Interesse e Demanda por Vacinação contra a Gripe (ou qualquer outra)’. A receita destinada a fomentar o interesse público e a alta demanda por vacinas foi discutida no National Influenza Vaccine Summit 2004, patrocinado pelos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e pela American Medical Association (AMA) e elaborada por Glen Nowak Diretor Interino de Mídia Relações, CDC. A receita inclui:

    Declarações de alarme na mídia por médicos especialistas e autoridades de saúde pública.
    Previsão de resultados terríveis de influenza (ou outra doença infecciosa).
    Relatórios contínuos pela mídia de influenza (ou outra doença infecciosa) causando doenças graves que afetam muitas pessoas.
    Incentivo repetido de vacinação contra influenza (ou outra doença infecciosa).

    1. Avatar de Eu sei lá
      Eu sei lá

      Sabe-se – é publicamente assumido, desde logo pela OMS – que, para levar as pessoas a tomar medidas de precaução relativamente a ameaças de saúde pública, se exagera nas notícias, para provocar essa reação. Haja ou não vacinas. E exagerar as notícias não quer dizer que se dê notícias falsas. Conta mais o destaque dado à notícia.

      Por exemplo, antes do primeiro confinamento em Portugal, decretado no dia 18 de março de 2020, por 15 dias, havia apenas um óbito em Portugal – no dia 16, de uma pessoa de 80 anos com patologias associadas.

      Mas já se tinha visto na televisão, durante vários dias, as notícias e imagens, do que se estava a passar em Espanha e Itália. Quem é que não se lembra das filas de camiões militares à porta dos crematórios, que não davam vazão à incineração de falecidos de Covid?

      De outro modo, as pessoas tinham aceite o confinamento e outras restrições?

      Parece que estás a tirar da cartola um manual dos “capitalistas das vacinas” para provocar a corrida às vacinas quando não são necessárias, para encherem os bolsos. O que estás a citar é, dizes, um documento de uma conferência patrocinada pelo CDC e a AMA, agências governamentais dos EUA.

      Surpreende-te que, nos EUA, já houvesse, antes da COVID, preocupação em encontrar formas para motivar as pessoas para se vacinarem – quando fosse necessário? Não te surpreendas, nos EUA, e noutros países, há uma grande resistência à vacinação. Actualmente, nos EUA, os que não se querem vacinar rondam os 40%. Em Portugal anda à volta dos 3%.

      Aplica a regra/navalha de Occam: a explicação mais simples, por regra é a verdadeira. Não comprovaste a conspiração das farmacêuticas. Comprovaste a preocupação das agências governamentais dos EUA em motivar as pessoas para se vacinar – quando é necessário.

      P.S. As farmacêuticas estão a ganhar muito dinheiro? Estão. As patentes das vacinas deviam ser públicas? Deviam. Mas isto é outro nível de questões. Habitualmente os anti-vacinas limitam-se a repetir: “As vacinas não servem para nada, deixem o vírus circular, acabem com as restrições!”. Sem as vacinas e as restrições não havia SNS que aguentasse e a letalidade era muito superior à que atualmente se verifica.