Oblivion: O supercomputador que vai ficar em Évora

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Portugal está a crescer no que diz respeito a supercomputação. Em julho de 2019 informamos que Portugal iria ter um supercomputador, o Bob. Este computador está instalado no datacenter da REN – subestação de Riba de Ave. O nosso país vai também receber o Deucalion, que será instalado até ao final de 2020 e terá a capacidade de executar 10 mil biliões de operações por segundo.

Em Évora irá ficar um supercomputador ligado ao projeto do maior radiotelescópio do mundo, o Oblivion.

Oblivion: O supercomputador que vai ficar em Évora


O supercomputador Oblivion, com desempenho equivalente à combinação de mais de mil computadores, vai funcionar em Évora, associado ao projeto do maior radiotelescópio do mundo e disponível também para a comunidade científica e empresa, segundo a Lusa. A máquina está instalada no Data Center da DECSIS, no Parque Industrial e Tecnológico da cidade.

Supercomputador Oblivion vai armazenar 1,5 Petabytes de dados

Miguel Avillez, coordenador do Oblivion e professor na Universidade de Aveiro, referiu que este supercomputador é…

É uma máquina potente, com nós de computação, de gestão e de armazenamento. E podemos dizer que tem uma ‘performance’ equivalente a 1.200 PCs a funcionarem em conjunto

É um investimento próximo de um milhão de euros” e foi adquirido para a infraestrutura de investigação ENGAGE SKA “Enabling Green E-science for the SKA Research Infrastructure”, ligada ao projeto do maior radiotelescópio do mundo>

O ENGAGE SKA, liderado pelo Instituto de Telecomunicações (IT) de Aveiro e com as Universidades de Évora, Aveiro, Porto e Coimbra, Instituto Politécnico de Beja e Associação RAEGE Açores, é a interface da comunidade científica nacional ao Square Kilometre Array (SKA).

A máquina “é capaz de processar 239 milhões de milhões de operações por segundo (TFLOPS – ‘Tera Floating Operations per Second’), com “um custo energético muito baixo”, e “vai ser preparada para armazenar 1,5 Petabytes de dados (equivalente a 1,5 milhões de Gigabytes)”, refere Miguel Avillez.

O Oblivion vai “efetuar simulações numéricas em vários domínios da ciência”, nomeadamente no campo da astrofísica.

Leia também…

Portugal: Dados do maior radiotelescópio em Datacenter da Altice

 

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  1. Avatar de CM
    CM

    O nome Oblivion não parece ser um bom presságio para aqueles 1,5 Petabytes..

  2. Avatar de André
    André

    Acredito que irá consumir pouca energia, arrefecer e extrair todo o ar quente que debita é que irá consumir muito mais…

  3. Avatar de João Santos
    João Santos

    Podem sempre por arrefecimento a água ou a nitrogénio, e mesmo que seja ventoinhas podem por painéis solares que já reduz a fatura.

    1. Avatar de Ufmi
      Ufmi

      Mesmo assim acho que não é a localização ideal para um supercomputador.
      Se fosse perto da serra da estrela…. Ou assim.
      Agora no Alentejo que no verão a temperatura andam sempre nos 40 graus… Não vai ser fácil arrefecer nada.
      Já a água sena a nitrogênio, o princípio é sempre o mesmo, transformar o calor de um lado para o outro…
      Se o espaço para onde o calor vai ver enviado está na ordem dos 40graus a eficiência é sempre muito menor que se fosse para uma localização onde o espaço envolvente seja 20graus

      1. Avatar de Zé João
        Zé João

        Política amigo, muita política…

    2. Avatar de miguel carvalho
      miguel carvalho

      basta ar condicionado a bombar . muitos…

  4. Avatar de golo
    golo

    é uma bela máquina para se jogar PC-MAN, ehehehe.

    1. Avatar de miguel carvalho
      miguel carvalho

      será que da para jogar minecraft???? 🙂

  5. Avatar de O Corretor
    O Corretor

    CORREÇÃO: Miguel Avillez é professor na Universidade de Évora.

  6. Avatar de Ivo Guerreiro
    Ivo Guerreiro

    Que jeito me fazia em “NAS” XD

  7. Avatar de GabenOnTheyWay
    GabenOnTheyWay

    1.5 Petabytes parece pouco para um sistema destes , principalmente devido a estar a processar informação de telescópicos.
    Mas prontos se chegar não é necessário haver excessos.