Estes também serão interactivos e mais ricos, aproveitando os novos recursos dos aparelhos, que serão mais computadores portáteis do que telefones, considera Schmidt. Aproveitando o novo mercado, o Google já está a fazer experiências, com o envio de anúncios em texto, vídeo e imagens de marcas a telemóveis de ecrã pequeno. No Japão, onde muitos dos utilizadores já vêm televisão e fazem compras através dos telemóveis, esta iniciativa tem tido bastante sucesso. O executivo do Google esclareceu que a empresa não tem intenções de entregar telefones gratuitos directamente, além de sublinhar que esta opção ainda não foi avaliada nem por fabricantes de telefones, nem pelas operadoras, desconhecendo-se se pretendem dar, para já, um passo tão radical. Schmidt fez estas declarações depois de um discurso que proferiu sobre a inovação comercial, organizado numa parceria entre grupos de estudantes italianos e a Escola de Administração de Empresas da Universidade de Stanford.