Ensino Superior: Vagas e notas do último colocado

4 Comentários

Apesar de estarmos no período de férias, já se está a preparar para o acesso ao Ensino Superior. De acordo com notícias recentes, os cursos mais concorridos só abrem um terço das vagas extras que o Governo queria.

O concurso nacional de acesso ao ensino superior vai abrir com quase 500 vagas em novos cursos nas áreas das engenharias e competências digitais, maioritariamente em Aveiro, Lisboa e Porto.

Ensino Superior: Quase 500 vagas em novos cursos de engenharias e ciência de dados


Ensino Superior 2021: 52.242 vagas

De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), o total de vagas para ingressar nas universidades e politécnicos públicos em 2021 é de 52.242, mais 113 do que no início do concurso anterior.

Do total das vagas, uma fatia vai para 17 novos cursos que vão abrir no próximo ano letivo, a maioria dos quais em áreas de tecnologia. No total, são 499 vagas em 11 cursos que vão desde a engenharia química e biológica à ciência de dados, criados em Aveiro, Lisboa, Porto, Minho e Coimbra, revela a Lusa.

Ensino Superior: Quase 500 vagas em novos cursos de engenharias e ciência de dados

A ciência de dados tem sido uma aposta do Governo nos últimos dois anos, em que recomendou o reforço da oferta nessa área e nas competências digitais, e a Universidade Nova de Lisboa também seguiu o conselho ao disponibilizar 40 lugares no novo curso nessa área. Também o Politécnico da Guarda tem um cTesp na área da análise de dados.

O prazo de candidatura à primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público decorre entre 06 e 20 de agosto, mais tarde do que habitualmente, como aconteceu no ano passado devido à pandemia de covid-19, que voltou a obrigar também ao adiamento do calendário de exames nacionais.

Ensino Superior – Vagas para 2021

Comentários

4

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de SANDOKAN 1513
    SANDOKAN 1513

    Só soube hoje.Agora,os mestrados integrados nos cursos de Ciências e Tecnologia já vão acabar de vez.É um grande retrocesso.Volta-se ao período pré-Bolonha,para quem me entende.Esses cursos tornam a ter somente 3 a 4 anos de licenciatura.Ao invés de Medicina,Enfermagem e Arquitetura que mantém os seus 5 a 6 anos de licenciatura.Agora,quem quiser tirar mestrado em cursos de Ciências e Tecnologia tem que ser à parte da licenciatura.Li isto ainda hoje,Sábado,31 de Julho,num artigo online de um jornal nacional.

    1. Avatar de PedroC
      PedroC

      Eu tirei curso pré-Bolonha e na altura, licenciatura era 5 anos. Não eram nem 3, nem 4, eram 5. Mestrado era extra. Considero que 5 anos é muito mas como está agora é um exagero. 3 ou 4 anos para licenciatura e mestrado e depois no mercado de trabalho notam-se as lacunas nas pessoas. Se tivesse de escolher, preferia a primeira versão.

    2. Avatar de asdasd
      asdasd

      já vão acabar? à anos que existem licenciatures sem mestrado integrado nessas areas.