ANEDOTAS
Partilhar dores do parto é carinhoso
Um casal foi à Maternidade para a mulher ter um bebé.
Assim que chegaram, o médico diz-lhes que tinha sido inventada uma máquina capaz de transferir uma parte das dores do parto para o PAI.
Pergunta-lhes se estão dispostos a tentar, Ficaram ambos muito entusiasmados, O médico diz-lhes então que como o marido era inexperiente ia começar com 10%, explicando-lhe que 10% das dores já era superior a alguma dor que ele tenha tido. Mas no desenrolar do parto o marido sente-se bem e pede ao médico para aumentar um bocado a taxa de transferência.
O médico aumenta então a percentagem para 20, O marido continua a sentir-se bem, mas para ter a certeza o médico examina-o.
Neste momento decidiram tentar 50%!! O marido continuou a sentir-se extraordinariamente bem.
Entusiasmado, e estando obviamente a ajudar a mulher, o marido pede ao médico para lhe transferir 100% das dores. A mulher teve um bebé saudável, virtualmente sem dores.
Ela e o marido estavam entusiasmadíssimos.
Ao chegarem a casa, o carteiro estava morto no alpendre…
Oi?
Um jovem ventríloquo estava a fazer um espectáculo num bar duma cidade do interior.
Estava a exibir o seu repertório habitual sobre a burrice das loiras, quando uma loiraça sentada na quarta mesa se levantou e disse:
– Já ouvi o suficiente das suas piadas a denegrir as loiras, seu idiota. O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? O que é que tem a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São homens como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, o que nos impede de alcançar o pleno potencial como pessoa! Por sua causa e por causa das pessoas da sua laia perpetua-se a discriminação não só contra as loiras, mas contra as mulheres em geral…tudo em nome do humor!!!
Confuso, o ventríloquo começou a pedir desculpas, e a loira diz:
– O senhor não se meta. Estou a falar com esse rapazinho que está sentado no seu lado.
O espanhol
Viajavam no mesmo compartimento de um comboio, um português, um espanhol, uma loira espectacular e uma gorda enorme. Depois de uns minutos de viagem, o comboio passa por um túnel e ouve-se uma chapada. Ao saírem do túnel, o espanhol tinha um vermelhão na cara.
A loira espectacular pensou: … este filho da mãe do espanhol queria-me apalpar, enganou-se, apalpou a gorda e ela deu-lhe uma chapada.
A gorda enorme pensou: … o filho da mãe do espanhol apalpou a loira e ela mandou-lhe uma chapada.
O espanhol pensou: … este sacana do português apalpou a loira, ela enganou-se e mandou-me uma chapada.
E o português pensou: … oxalá venha outro túnel para poder mandar mais uma chapada ao cabrão do espanhol …
Cada um na sua profissão
Um certo ADVOGADO, especialista, não queria saber de outra função que não fosse a sua especialidade. Um dia em casa sua esposa reclamou: – Querido, o ferro não aquece. Dá uma vista de olhos, por favor…
– Querida, eu não sou electricista.
No outro dia: – Querido, a a banca entupiu. Não queres dar uma olhada?
– Querida, acorda! Eu não sou encanador.
Na segunda-feira seguinte:
– Querido, a torradeira incendiou-se! – Querida, vê se acordas! Eu não sou bombeiro, eu sou advogado.
No fim de semana, a descansar, o marido descobre que tudo o que a esposa havia reclamado estava em perfeito funcionamento. Ele perguntou:
– Querida, quem fez todos esses reparos ???
– Ora, querido, Lembras-te daquele teu amigo engenheiro que trouxeste a jantar aqui no sábado passado ???
– Sim, lembro.
– Então, ele prontificou-se a consertar tudo.
– Como assim ??! Ele fez tudo de graça ?
– E claro que não! Ele me disse que eu poderia pagar de duas formas: eu faria outro prato igual ao que ele jantou aqui ou iria com ele até ao motel.
– E TUUUU???????
– Querido, acorda !!! Eu não sou cozinheira !!!
Segurança Social
Deus decidiu descer á terra para ver como funcionava a Segurança Social. Assumiu a personalidade de um médico, vestiu a bata branca e foi para um posto médico. Quando lá chegou, reparou na enorme fila de pacientes a aguardae a vez de serem consultados. Mandou entrar o primeiro da fila, um senhor numa cadeira de rodas, que entrou a barafustar:
– “Sou eu. Posso ser aleijado, mas ninguém me passa á frente!…”
Deus então pergunta-lhe:
– “Então, do que se queixa?”
– “Sr. doutor, eu sou aleijado. Vim cá saber se, com os avanços da medicina, já existe cura para mim.”
– “Claro que sim. Pode-se levantar e andar.” O doente levantou-se… e saiu pela porta fora a andar. Cá fora, outro doente pergunta-lhe:
– “Então, como é o médico novo?”
– “Oh, é sempre a mesma merda, nem auscultam um gajo, nem nada!”
Esta rubrica teve o apoio da nossa leitora Ângela Silva
















