Anedotas
Anúncio do Jornal
Uma mulher, farta dos pontapés e estaladas que o marido lhe dava na cama, decide separar-se e pôr um anúncio no jornal, à procura de um homem que não desse pontapés, nem estaladas, mas que fosse bom na cama.
Um dia, tocam à campainha: era um homem sem braços e sem pernas, numa cadeira de rodas.
– O que deseja?
– Venho por causa do anúncio. Como vê não posso dar pontapés, nem estaladas.
– Mas o senhor não deve ter lido o anúncio todo. Eu pedia também um homem bom na cama.
– Oiça lá, e como é que julga que eu toquei à campainha?
Celebração
O casal está no restaurante e o marido olha continuamente para uma mulher bêbeda que se encontra noutra mesa.
Diz-lhe a mulher:
– Conheces?
– Conheço… É a minha ex-mulher… Começou a beber logo depois de nos divorciarmos… E ouvi dizer que desde então nunca mais esteve sóbria…
– Há quanto tempo foi isso?
– Há três anos…
– Meu Deus… Quem diria que era possível alguém celebrar continuamente durante tanto tempo…
Ladrão com má sorte
Numa esquadra da Polícia entra um indivíduo muito aflito e pede para falar ao chefe. Quando este aparece, aquele diz-lhe, muito assustado:
– Senhor chefe: esta madrugada entrou um ladrão em minha casa, eram três horas da manhã…
– E levou alguma coisa? – Inquiriu o chefe.
– Se levou!… O homem está no hospital! A minha mulher julgou que era eu que vinha do clube!
Cão intelectual
Um indivíduo vai com o seu cão ao cinema. O sujeito da cadeira ao lado, começa a ficar espantado ao ver que o cão ria e batia palmas, como se estivesse realmente a compreender o filme. Diz o sujeito para o dono do cão:
– Estou admirado, o seu cão percebe o filme todo.
– Ai está admirado?! Mais admirado estou eu!
– Então… mas porquê?
– É que ele… leu o livro e não gostou!…
Não sei que horas são!
Um tipo sai bêbado de uma discoteca às 7 da manhã e mete-se no carro. No entanto, tem um momento de lucidez e decide dormir no carro antes de se meter ao caminho. Estaciona então ao lado de um jardim e adormece.
Minutos depois um tipo em fato de treino que anda a correr bate à janela do carro, acorda-o e pergunta-lhe que horas são.
– Sete e cinco – resmunga ele.
Cinco minutos mais tarde outro desportista volta a bater-lhe à janela do carro para perguntar as horas.
– Sete e dez – responde ele.
Nessa altura saca de um papel e de uma caneta e escreve em letras grandes:
“Não sei que horas são!”», e pendura o letreiro na janela do carro.
Cinco minutos mais tarde um tipo que vai a passar bate-lhe à janela do carro e diz-lhe:
– São sete e um quarto!
Obrigado aos nossos visitantes Ângela Silva e João Pimentel por estas fantásticas anedotas.
















