Anedotas
Desesperado informático
Um informático está numa ilha deserta há anos, depois de um naufrágio.
Certo dia avista um ponto brilhante no horizonte e começa a segui-lo com o olhar.
‘Não é um navio’, pensa o nosso herói.
E o ponto aproxima-se. ‘Não é uma barcaça’.
E cada vez o vulto estava mais perto! ‘Não é uma jangada!?!’.
E eis que das águas emerge uma loiraça, com fato de mergulho!
A loiraça dirige-se a ele e pergunta:
– Há quanto tempo não fumas um cigarro?
– Há 10 anos!
Ela abre um bolso interior do seu fato impermeável e dá-lhe um cigarro.
– Meu Deus, que bem que isto me está a saber!
– Há quanto tempo não bebes um whisky?
– Há pelo menos 10 anos!!! – responde o nosso herói, ainda atarantado.
Então ela abre outro bolso interior, tira uma garrafinha de whisky e dá-lha!
O homem bebe tudo de um trago, ainda descrente com o que lhe estava a acontecer, mas muito, muito feliz!
Então a loiraça começa a baixar o fecho principal do fato e pergunta-lhe:
– E há quanto tempo é que não te divertes a sério?…
Vai o nosso homem e grita, louco de felicidade:
– EPÁ!!!, tu não me digas que tens aí um portátil?!…
Pombo político
– Dois pombos depois de comerem na mão duma pessoa, levantam voo e diz um para o outro:
– Já viste que nós até parecemos políticos?
– Porque dizes isso?
– Repara bem, mendigamos migalhas às pessoas e uma vez cá no alto, cag###s-lhes em cima.
É só traduzir mãe!
– A loira vai buscar o filho à escola e pergunta:
_ Como foi a aula hoje, Filhote?
_ Foi fixe, mãe. Hoje aprendemos Álgebra!
_ Que giro! Então conta à mãe, como se diz “bom dia” em Álgebra
Verdades que doem
Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.
A mãe, muito interessada pergunta:
– Como é que correu?
– Quase morri de vergonha! – respondeu a pequena Anita.
– Porquê? – perguntou a mãe.
Anita respondeu:
– O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
– O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
– A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital.
– O Paulinho disse que nasceu de uma proveta.
– O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer.
A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
– Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada…
– Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me…!!!
















