Anedotas
Declaração Inesperada
Um homem sentado na varanda da sua casa com a esposa, diz:
— Eu amo-te!
Ela pergunta:
— Esse és tua a falar ou já é a cerveja?
Ele responde:
— Esse sou eu… a falar com a cerveja.
Joãozinho e o Pai Malandro
Joãozinho chega em casa com uma carteira e diz:
– Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono na carteira. Eu devolvo a carteira ao dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
– Devolves nada, podes gastar tudo, é seu. O dono que se lixe.
Joãozinho, a seguir a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
– Tu disseste que aquela carteira tinha o nome do dono, afinal de contas de quem ela era?
Joãozinho responde:
– Tua.
Resposta do Hotel a um pedido de informação
Ao pretender viajar com o meu cão, escrevi antecipadamente ao Hotel Amador Las Cruces, no Estado do Novo México, para saber se seria possível acomodar um hóspede de quatro patas.
Eis a incrível resposta que recebi:
Caro senhor,
Trabalhamos na industria hoteleira há mais de trinta anos.. e nunca encontrámos toalhas ou cobertores do hotel na mala de um cão, nem manchas nos móveis do fundo de garrafas; Até agora, nunca precisámos de chamar a polícia para expulsar um cão por distúrbios causados a altas horas da noite;
Até hoje, nunca um cão pegou fogo à roupa da cama por adormecer com o cigarro na pata.
Portanto, é óbvio que teremos todo o gosto em receber o seu cão no nosso Hotel.
Cumprimentos.
A gerência
PS – Se ele se responsabilizar pelo senhor, venha também.
O CORNO…
O corno estava triste num bar, a olhar fixamente para o seu copo, quando surge um valentão, dá um pontapé na cadeira à sua frente, pega no copo do corno, bebe tudo de uma golada só, e diz bem alto para o corno:
– E então pá, não vais reagir?
– Reagir? Eu vou-me é embora, nem devia ter saído de casa!… Imagina só: hoje discuti com a minha mulher, saí de casa chateado, bati com o carro, cheguei atrasado ao serviço e fui despedido! Voltei para casa mais cedo e apanhei a minha mulher na cama com o vizinho. Então entrei num bar, ponho veneno na minha bebida, e ainda vem um parolo como tu, e bebe tudo! Porra pá! Nem para me matar eu presto!…
Senhor padre, eu caí
Numa aldeia pecava-se demais! O velho padre, cansado de ouvir tantas confissões envolvendo o desagradável termo “adultério”, combinou um código com os seus paroquianos. Sempre que alguém perdesse a cabeça teria simplesmente de dizer: “Senhor Padre, eu caí!”.
E pronto, sempre que alguém confessava ter “caído”, o velho padre já sabia do que se tratava. Mandava o pecador rezar três Ave-marias e um Pai-nosso, e a coisa ficava por ali.
Os anos passaram e, o velho padre partiu deste mundo, sem ter tido tempo de avisar o seu sucessor do código combinado.
Um dia, o jovem padre, espantado com tanta queda, dirigiu-se ao Presidente da Câmara para lhe expor a estranha situação:
– O Sr. Presidente vai-me desculpar, não me quero meter no seu trabalho, mas tem os passeios numa lástima! Não passa um dia sem que muitos dos meus paroquianos se queixem de ter caído…
O presidente solta uma gargalhada e antes de esclarecer a situação, o jovem padre continua:
– E não se esteja a rir Sr. Presidente, que a sua esposa, coitada, só esta semana já caiu três vezes!
















