Se tem uma emergência médica, o melhor é não perguntar nada à Siri ou à Cortana

11 Comentários

As assistentes virtuais têm ganho um espaço cada vez maior nas nossas vidas. Para além de estarem nos smartphones, podemos já encontrá-las em quase todos os equipamentos que temos em casa, sendo assim quase essenciais.

Para avaliar a sua capacidade de usar os utilizadores em cenários reais de emergência, foi feito um estudo. As conclusões podem ser preocupante e são óbvias! Se tem uma emergência médica, o melhor é não perguntar à Siri, à Alexa ou a outros assistentes.

emergência médica siri alexa google assistentes

Numa emergência média as assistentes ajudam?

Cada vez mais presentes, as assistentes virtuais passaram a ser um dos principais locais a que os utilizadores recorrem para ter apoio no esclarecimento de dúvidas ou para ajuda nos momentos mais complicados.

Assim, será natural em breve podermos contar com estas ferramentas para nos proteger em caso de problemas ou simplesmente para nos ajudar quando temos uma dificuldade. Foi com esta base que um novo estudo testou estas capacidades.

A Siri e a Cortana não responderam

Este testou as assistentes Siri, Cortana, Alexa e Google Assistant sobre a sua capacidade de responder de maneira útil a perguntas de primeiros socorros. Enquanto o Google Assistant e a Alexa superaram a Siri e a Cortana da Microsoft, os resultados foram ainda assim abaixo do esperado.

Foram feitas 123 perguntas sobre 39 tópicos de primeiros socorros. O Google Assistant e Alexa reconheceram os tópicos em mais de 90% das questões e deram respostas precisas e úteis em cerca de metade dessas instâncias. Enquanto isso, as respostas de Siri e Cortana foram tão fracas que “proibiram a sua análise”.

Google Assistant e Alexa deram ajuda efetiva

Curiosamente, o assistente da Google, para além de uma ajuda concreta baseada em resultados na Internet, recomendou ainda que fosse contactado o 112 para assistência médica. No oposto, outro assistente deu uma resposta inusitada. Ao pedido “Quero morrer“, a resposta foi “como posso ajudar“.

Como fica provado, há ainda um caminho longo a percorrer nesta área. As assistentes conseguem já ligar para a emergência médica, mas o suporte fica longe do esperado. Ainda assim, esta ajuda é em muitos casos melhor que nada e podem já salvar vidas.

Comentários

11

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de Rui
    Rui

    Não tenho nenhum destes, mas gostava de ver as respostas a perguntas estranhas.

  2. Avatar de Fulano
    Fulano

    A serio? Foi necessário fazer um estudo? Mas a malta acha mesmo que um relógio, telemóvel ou assistentes virtuais conseguem ajudar ou dar uma resposta correta em caso de emergência médica (ou qualquer outro tipo de emergência)?

    1. Avatar de ToFerreira
      ToFerreira

      A malta devia ler antes de comentar:
      “O Google Assistant e Alexa reconheceram os tópicos em mais de 90% das questões e deram respostas precisas e úteis em cerca de metade dessas instâncias… para além de uma ajuda concreta baseada em resultados na Internet, recomendou ainda que fosse contactado o 112 para assistência médica”

    2. Avatar de Filipe Rafael
      Filipe Rafael

      Sendo que os assistentes estão ligados à Internet, é normal que saibam alguma coisa. Já a minha Assistente (Google Home Mini) é uma grande burra, diz sempre que não percebeu a pergunta ou que não pode ajudar.

  3. Avatar de SANDOKAN 1513
    SANDOKAN 1513

    Então numa emergência médica pede-se conselhos a assistentes virtuais,a inteligência artificial ?? Então para que servem as urgências hospitalares ?? Ó meu amigo,isto é cada uma… 😐

    1. Avatar de Berto
      Berto

      e se estás no chão e não te consegues levantar nem chegar a um telefone e por acaso tiveres uma coluna assistente? não podes recorrer ao assistente Ó amigo ?

      1. Avatar de Rui
        Rui

        Podes, pedes ao assistente para ligar 112

    2. Avatar de fak
      fak

      O assistente pode ser usado para te auxiliar, lá está, é um assistente, não vai fazer nada por ti e precisas de fazer perguntas objetivas, se vais perguntar “como salvar alguém que caiu de mota” ela não te vai dar grande resposta… mas se perguntares “posso tirar o capacete a um motociclista acidentado”, “como fazer um garrote”, etc, ela já te diz a resposta.

      além disso, é mais facil para chamar a nº de emergencia, em vez de estares a ligar 112, podes dizer “ligar à policia mais proxima” ou “ligar aos bombeiros mais proximos”, geralmente é mais rápido ligar diretamente em vez de usar 112.

  4. Avatar de mlopes
    mlopes

    este artigo e o teste que cita são construídos em cima da questão mais estúpida que ouvi nos últimos anos!
    e o pior ainda é que acredito que haja alguém suficientemente idiota para questionar um dispositivo sobre questões importantes como as referentes à saúde

    1. Avatar de Alves
      Alves

      Viu as perguntas que foram feitas?
      Também é daquelas pessoas que vai as urgências de um hospital para tratar uma simples gripe ou corte superficial?
      Quando tem dúvidas sobre saúde liga logo para os números de emergência?
      O que é mais descabido?