Evento Open Source Lisbon 2018 revela local e primeiros speakers

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A 16ª edição do Open Source Lisbon terá lugar na Cidade do Futebol no dia 27 de setembro e revela agora os primeiros speakers confirmados!

Este evento, organizado pela Syone e coorganizado pela Caixa Mágica, tem a duração de um dia e está dividido em duas partes, a parte da manhã dedicada à visão estratégica e de negócios, e a parte da tarde de cariz mais técnico e funcional. O evento é gratuito, mas sujeito a inscrição prévia.

Evento Open Source Lisbon 2018 Revela Local e Primeiros Speakers


Com uma localização privilegiada e excelentes infraestruturas, a Cidade do Futebol é um espaço versátil e inovador, caracterizado pela sua funcionalidade, segurança e tecnologia de ponta.

Além das suas fortes características, este espaço é uma ode à Portugalidade, visível através dos seus relvados com vista para o Tejo, da sala de exposição de conquistas nacionais futebolísticas, da decoração com estrofes do hino nacional e das cores do espaço, inspiradas na bandeira nacional.

Foto: Sapo Desporto

Além do local, o Comité de Organização do evento Open Source Lisbon revela ainda os primeiros speakers confirmados.

Sob o tema Open Source: driving Innovation, o evento teve o prazer de convidar Giovanni Bajo, Developer Relations da Team Digitale, equipa destacada para a transformação digital do Governo Italiano, Adam Hyde, Co-fundador da The Collaborative Knowledge Foundation, Ben Van’t ende, Partner & Community Strategist da Age of Peers, Deb Nicholson, Director of Community Operations na Software Freedom.

Este evento tem a duração de um dia e está dividido em duas partes, a parte da manhã dedicada à visão estratégica e de negócios, e a parte da tarde de cariz mais técnico e funcional. O evento é gratuito, mas sujeito a inscrição prévia.

Open Source Lisbon 2018

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  1. Avatar de Gaius Baltar
    Gaius Baltar

    “Speakers?”

    1. Avatar de just saying
      just saying

      Infelizmente “oradores” não é tão mainstream.

    2. Avatar de rui
      rui

      Vinha cá comentar isso mesmo!
      Não percebo a necessidade de usar palavras inglesas quando existem palavras portuguesas perfeitamente adequadas.