Batterygate: Deco processa Apple por tornar iPhone 6 mais lento. Há 115 mil lesados…
Lembram-se do caso Batterygate da Apple? A gigante da maçã continua a enfrentar mais uma série ações judiciais na UE relacionadas com este caso. De relembrar que a empresa desacelerou intencionalmente iPhones antigos mais antigos, para conseguir uma maior autonomia.
Em Portugal, a Deco vai processar a Apple por tornar iPhone 6 mais lento. Há 115 mil afetados e a Associação do Consumidor exige cerca de 60 euros de compensação por cada lesado em Portugal.
Em 2018 a Apple foi acusada de degradar propositadamente o desempenho dos iPhones mais antigos, quando vida das baterias estava próxima do fim. O caso ficou apelidado de “BatteryGate” e o problema foi introduzido nos telefones da maçã através de uma atualização que não podia ser removida.
A Apple foi obrigada a pagar 25 milhões de euros à França em 2020 por desacelerar o desempenho dos iPhones antigos. No final de 2020 empresa concordou também em pagar 113 milhões de dólares (~96 milhões de euros) para terminar de vez com este assunto. Este valor foi dividido de forma igualitária por 33 estados dos EUA, incluindo a capital Washington D.C.
Uma associação de consumidores italiana, também está a processar a Apple e pede uma indemnização de 60 milhões de euros (US$ 73 milhões) em nome de consumidores italianos enganados pela prática de obsolescência programada.
Deco também processa Apple
Quando se pensava que o caso Batterygate estava encerrado, eis que hoje surge a notícia de que a Deco vai processar a Apple por tornar iPhone 6 mais lento! Em Portugal há 115 mil afetados.
A associação acrescenta que a queixa tem por base “a legislação europeia que proíbe expressamente as práticas comerciais desleais, enganosas e agressivas, como é o caso da obsolescência programada”, refere o artigo partilhado pela Associação.
A compensação, no valor médio de cerca de 60 euros por consumidor, inclui o custo de reparação da bateria e 10% do valor de compra deste equipamento. No total, são exigidos cerca de 6,9 milhões de euros para um total de 115 mil consumidores.
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