Stellantis vai lançar um carro elétrico abaixo dos 25 mil euros

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Ainda se ouvem vozes a vaticinar que o novo mercado dos carros elétricos não vingará. Contudo, a realidade dá provas que é exatamente ao contrário o sentido da evolução. Para cimentar mais este novo paradigma, a Stellantis quer atrair os consumidores com veículos elétricos (VE) mais acessíveis, como o novo Fiat com um preço abaixo de 25.000 euros.

Imagem Fiat Panda, um novo carro elétrico da Stellantis


Carros elétricos abaixo dos 25 mil euros irá atrair mais clientes

Para competir com outros fabricantes e conquistar uma fatia maior do mercado de VE, a Stellantis partilhou que está a desenvolver um segundo elétrico com um preço mais baixo inspirado no Panda da sua submarca Fiat. Espera-se que o novo Fiat elétrico chegue com preços inferiores a 25.000 €, mas só em 2024.

A notícia de hoje é uma das várias estratégias que a empresa multinacional Stellantis está a adotar não apenas para permanecer relevante numa indústria que acelera em direção à eletrificação, mas também para se destacar nela. Muitas vezes apontada como estando a atrasar a eletrificação, a Stellantis tem ultimamente feito movimentos para realmente competir globalmente.

Rumo à eletrificação das suas marcas, a Stellantis criou recentemente uma empresa com a Foxconn. O objetivo é produzir semicondutores para veículos elétricos, conseguindo assim desenvolver uma nova plataforma dedicada a veículos elétricos para marcas globais de VE, como a Jeep. Além disso, a empresa referiu haver já planos para uma segunda unidade de fabrico de baterias para veículos elétricos nos EUA, em conjunto com a Samsung SDI.

Fiat Panda elétrico vai competir com a Dácia e BYD

Segundo a Bloomberg, a Stellantis tenciona introduzir um segundo veículo elétrico de preço acessível na sua gama, sob a marca Fiat, dentro de um ano. De acordo com o CEO da Fiat, Olivier François, o novo veículo elétrico terá um preço inferior a 25.000 euros e seguirá as sugestões de design do Panda apresentado na imagem acima.

François também afirmou que o novo Fiat EV desafiará o Dacia Spring da Renault. Outro alvo poderá ser o número crescente de veículos elétricos da BYD na Europa, como o Atto 3. Se e quando chegar, o novo Fiat elétrico juntar-se-á ao e-C3 da Citroen, submarca da Stellantis, como o segundo modelo VE com preço abaixo dos 25 mil euros.

Estas são algumas propostas que o mercado começa a ter disponíveis. A luta pela oferta será interessante, 2024, sobretudo, será um ano onde várias marcas querem deixar o seu cunho no mercado dos elétricos, mas algumas já levam vantagem.

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  1. Avatar de David Guerreiro
    David Guerreiro

    25 mil euros e deve ter uma autonomia de 25km… Depois precisa-se de ter 2 carros, para quando é para fazer viagens grandes.

    1. Avatar de JL
      JL

      O Dacia Sprint tem 25 kms de autonomia ?

      1. Avatar de Contador
        Contador

        Eu acho que deu para perceber a questão dele. E tu também percebeste. Atualmente quanto mais barato é o carro menos autonomia tem. E se formos por essa ordem de ideias, por 25 000, deve ter uma autonomia da caca. Está bem que é barato, mas se a autonomia for de 100 ou 150km, quase ninguém o irá comprar. Ou é muito caro e ninguém compra, ou não tem autonomia minimamente decente e ninguém compra.

        1. Avatar de B@rão Vermelho
          B@rão Vermelho

          Para andares dentro da cidade não chega?
          Fazes todos os dias mais de 100km?
          Isto é como tudo, há quem compre carros com 400 cv e só vai de casa trabalho e trabalho casa e passa mais de metade do tempo em para arranca.
          À que comprar um carro para as tuas necessidades e não para mostrares aos outros.
          Mem quem compra VE é só por vaidade ou mania de superioridade nem quem só pode compara veículos a combustão é contra a mobilidade elétrica

          1. Avatar de David Guerreiro
            David Guerreiro

            E só andas dentro da cidade? Se quiseres ir fazer uma viagem tipo Porto Algarve, demoras 2 dias a chegar, com tanto carregamento que é preciso fazer. Ou compra um carro para andar na cidade e outro para as viagens longas?

          2. Avatar de JL
            JL

            Aluga, sai mais barato que comprar um carro maior só para usar uma vez por ano.

        2. Avatar de JL
          JL

          Nem por isso, há carros maiores e mais caros que o dacia spring que têm menos autonomia.

    2. Avatar de Realista
      Realista

      Eu tenho dois carros:

      Um EV que é o carro principal e um a gasóleo que é o carro secundário e que só faz viagens de mais de 200km duas vezes por ano e está encostado ao fim de semana…

  2. Avatar de Grunho
    Grunho

    Para os portugueses o limite de preço de um carro para a classe média assalariada são 20 mil. Daí para cima só para a burguesia exploradora. Os portugueses são miseravelmente pagos e em igualdade de trabalho e horas um português leva para casa menos de 1/3 do que leva um holandês ou dinamarquês. Experimentem aí vender um panda a 75 mil na Holanda.

    1. Avatar de Américo Mendes
      Américo Mendes

      Desculpe mas vc parece estar como os da anedota…
      – Quem está contra os ricos?—o Grunho
      – Quem gostaria de ser rico?—o Grunho

    2. Avatar de Victor von Frankenstein
      Victor von Frankenstein

      Eu também sou limitado intelectualmente como tu tenho três trabalhos para pagar a casa e os carros vai trabalhar e poupa malandro!

      1. Avatar de Grunho
        Grunho

        Então és mesmo limitado intelectualmente, porque se não fosses percebias que não é a trabalhar para pagar carros que se poupa. É não os comprando, ou comprando ao mais baixo preço possível.

    3. Avatar de David Guerreiro
      David Guerreiro

      E já viu a produtividade de um holandês ou de um dinamarquês comparativamente a um português? Já viu a carga fiscal que incide sobre o trabalho na Holanda ou Dinamarca?

      1. Avatar de Grunho
        Grunho

        Um padeiro holandês ou de um dinamarquês cozem a mesma quantidade de pães que um português, um professor ensina a mesma quantidade de crianças, e um polícia português até multa muito mais carros. E no entanto todos levam para casa mais do triplo do português. A carga fiscal que incide sobre o trabalho deve-se ao facto de o IRS de Portugal ser uma farsa montada em cima das folhas de pagamento que os patrões mandam para as finanças. Quem não tem um patrão a mandar para lá a folhinha preenche como quer a declaração de rendimentos, e depois ou fica isento, ou dá uma esmola simbólica ao estado. O resultado é ser todo pago pelo trabalho dependente e a burguesia exploradora ficar isenta. Há perdedores a pagar o dobro do que deveriam para os ganhadores pagarem zero.

  3. Avatar de EEQTR911
    EEQTR911

    RIP Tesla.

    1. Avatar de Vítor M.

      Não, a Tesla parece estar mais forte porque partiu em primeiro. Vai ter os eu mercado cada vez mais forte, à medida que os outros fabricantes colocam no mercado os seus produto elétricos e acabam com os térmicos. Está com a visão vesga sobre vários temas jovem.

      1. Avatar de Pedro Coelho Silva
        Pedro Coelho Silva

        A competição é pelo total mercado de veículos. A Tesla vai continuar a crescer à medida que as pessoas compram cada vez mais elétricos e menos de combustão.

        O mercado de EVs vai crescer exponencialmente, portanto há espaço para a Tesla crescer e outras marcas também.

    2. Avatar de freakonaleash
      freakonaleash

      Quando sair o Modelo S Highland por menos 5k que o modelo atual eu quero ver os construtores europeus a chorar. 25k por um carro do segmento b são 10 k a mais do que deveria ser o preço base!

      1. Avatar de Realista
        Realista

        Ou o quando chegar o Model 2 (rumores apontam para um preço de €18.000), que é um veículo mais compacto e o mais barato da marca…

  4. Avatar de Driver
    Driver

    É este o caminho e tem de ser, se querem massificar.
    Quando for possível comprar um segB generoso ou segC por estes valores o mercado vai realmente mudar.
    Até la, vamos vendo as empresas e a classe média alta e alta de VE.

  5. Avatar de Mário
    Mário

    A Stellantis nem os problemas sistémicos e endémicos dos carros a combustão consegue resolver… quanto mais meter-se nos elétricos…
    Desde logo, a famosa correia de distribuição embebida em óleo que só tem dado problemas, ás correntes de distribuição com uma espessura inferior á necessária, depositos de adblue com defeitos de conceção e construção.
    E quem paga os erros da marca? Pois claro está o cliente.

    1. Avatar de B@rão Vermelho
      B@rão Vermelho

      Realmente as marcas Italianas em relação a problemas elétricas sempre foram bem conhecidos e complicados de resolver.

    2. Avatar de TiagoR
      TiagoR

      É por não conseguirem resolver na combustão que estão a apostar no elétrico ! Aguardemos !

    3. Avatar de Grunho
      Grunho

      Os problemas dos carros a combustão da Stellantis servem para aumentar a facturação em reparações. O volume de negócios dos concessionários faz-se com os carros que avariam, não com os que duram. E quem sofre são os clientes. Mas é para isso mesmo que eles servem: para encher as caixas registadoras e “viabilizar” o negócio dos concessionários.

  6. Avatar de fm
    fm

    se fizerem 20 mil de desconto posso considerar ter uma coisa dessas, senão a bem do ambiente é melhor manter um usado a gasolina

  7. Avatar de Jorge
    Jorge

    Façam é o Citroen Oli.