
Os juízes do Tribunal Constitucional (TC) têm 13 automóveis novos, de marca BMW, que custaram ao Estado 483,852 mil euros (mais de 96 mil contos). Este é mais um dos casos em que o parque automóvel dos órgãos de soberania é gerido no quadro do seu estatuto administrativo e financeiro próprio mas é pago com o dinheiro dos impostos dos cidadãos contribuintes.
O juiz presidente do Constitucional, Artur Maurício, teve direito a um BMW 730, o mais potente da frota. Uma viatura digna do estatuto da quarta figura do Estado português.
O juiz vice-presidente do Constitucional, Rui Moura Ramos, tem ao seu dispor um BMW da série 5, a diesel. Trata-se do 530d.