Roubo de contas do WhatsApp? Meta leva a tribunal programadores de apps alternativas

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Apesar de todas as questões associadas à segurança, o WhatsApp tem tentado por tudo garantir a proteção dos seus utilizadores. As medidas aplicadas focam-se maioritariamente nas funcionalidades do serviço.

A Meta quer agora ir mais longe e tomou uma medida única. Colou em marcha uma ação em tribunal e quer assim culpabilizar os programadores que criam apps para dar mais funcionalidades ao WhatsApp e assim acabar por roubar as contas dos utilizadores.

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Apesar de todos os avisos feitos de forma quase constante, muitos utilizadores do WhatsApp apostam em apps alternativas para dar ainda mais a este serviço. Essa medida tem sido combatida de forma ativa pela Meta, que chega a bloquear quem usa estas apps.

Para agir de forma ainda mais eficiente, a Meta e o WhatsApp têm agora a decorrer uma ação em tribunal para culpabilizar alguns programadores. Estes são os criadores de apps como o “HeyMods”, “Highlight Mobi” e “HeyWhatsApp”, que assim são acusados de roubar mais de um milhão de contas.

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Estas apps estão disponíveis na Play Store e em outros repositórios de APKs, tendo malware escondido e que rouba as credenciais dos utilizadores. Para isso, ao abrir a app, estas credenciais são pedidas, sendo depois comunicadas para um ponto central dos atacantes.

Com estes dados, os hackers tomam posse destas contas e usam-nas para espalhar mensagens de spam e até tentar outros ataques. Algumas destas apps têm mais de 1 milhão de downloads na Play Store do Android e prometem temas e novas funcionalidades para o WhatsApp.

Esta situação não é nova e já antes o WhatsApp tinha alertado para a situação. O seu CEO, Will Cathcart, já tinha alertado antes para este comportamento e para a tentativa do WhatsApp e da Meta para de bloquear estas app no futuro. Recomenda que descarreguem estas app de fontes seguras.

Para este processo, a Meta alega que os programadores violaram de forma efetiva as suas regras, embora a jurisdição não seja clara. A queixa indica que as empresas estão organizadas sob as leis de três regiões diferentes, Hong Kong, Pequim e Taiwan, o que pode tornar mais complexo este processo.

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