COVID-19: Vem aí a segunda fase de desconfinamento! O que muda?

7 Comentários

Depois da reunião de conselho de ministros, António Costa está neste momento a falar ao país e a indicar as novas medidas. O primeiro-ministro refere que os portugueses devem estar confiantes, porque tudo deverá estar preparado pela melhor segurança.

António Costa mostra-se confiante, mesmo assumindo os seus receios.

COVID-19: Vem aí a segunda fase de desconfinamento! O que muda?


A reunião do Conselho de Ministros serviu para avaliar as medidas da nova fase de desconfinamento. A segunda fase de desconfinamento começa na próxima segunda-feira e as medidas já tinha sido definidas. O primeiro-ministro refere que “Não há razão para adiar ou retroceder qualquer uma das medidas previstas”. O dever geral cívico de recolhimento irá manter-se

Algumas afirmações importantes do primeiro-ministro

  • Medidas de desconfinamento não agravaram números de novos casos
  • R está neste momento em 0,97
  • Número de casos positivos face ao número de testes mantém-se estável
  • Houve um pico a meio da semana passada (identificou-se estando o foco concentrado no concelho da Azambuja)
  • Não há razão para adiar ou retroceder qualquer uma das medidas previstas
  • Portugal é o 4º país que mais testes realiza por um milhão de habitantes
  • SNS continua a dar resposta e garantias de serviço
  • Neste momento:
    • 97,2% dos doentes estão a ser tratados em casa
    • 2,3% estão internados
    • 0,5% estão nos cuidados intensivos
  • Praias reabrem a 6 de junho
  • Alunos dos 11º e 12º anos regressam as escolas segunda-feira (dia 18 de maio)

Plano de desconfinamento a partir de 18/05

Regras para as praias – Época balnear com início a 6 de junho

COVID-19: Vem aí a segunda fase de desconfinamento! O que muda?

    Comentários

    7

    Deixe um comentário

    O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

    1. Avatar de Dark Sky
      Dark Sky

      “Regras para as praias – Época balnear com início a 6 de junho”

      Sou dos felizardos que passa duas semanas por ano – seguidas! – na praia, com toldo e espreguiçadeiras. Agora é só um período do dia. O outro período é de chapéu de praia. Vamos lá ver como é isto dos chapéus a 3m (3 passos), 1,5m até à pessoa do outro chapéu. Não parece impossível para a praia onde vou (mas há praias assim para o pequeno em que é preciso pedir licença para estender a toalha). E o que será a “Informação atualizada de forma contínua, em tempo real, designadamente na app “Info praia” e no site da APA – Agência Portuguesa do Ambiente”? Inscrevo-me para ir de manhã ou ir à tarde?
      O Manual da Época Balnear na íntegra: https ://www.jn.pt/nacional/costa-nao-ha-razao-para-retroceder-ou-adiar-as-medidas-previstas-12200785.html

      Havemos todos lá chegar vivos e com saúde – coisa que não era nada certa no final de março.

      1. Avatar de ToFerreira
        ToFerreira

        Todos?

        1. Avatar de Dark Sky
          Dark Sky

          Todos os que lerem o comentário! Passa palavra 😉

    2. Avatar de Figueiredo
      Figueiredo

      Deixo aqui esta petição pela Anulação do Artigo 13.º-B presente no Decreto-Lei n.º 20/2020:

      https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT99605

      Aos interessados que assinem e divulguem.

      Obrigado

      1. Avatar de Dark Sky
        Dark Sky

        Podias, ao menos, ter acrescentado – quem espirrar ou tossir e não usar máscara ponha um lenço à frente da boca e mantenha um distanciamento físico de, pelo menos, dois metros em todas as circunstâncias 😉

      2. Avatar de miguel
        miguel

        Oh amigo a OMS que vá dar banho ao cão… É preciso tirar um doutoramento para perceber que se eu tiver com o coronavirus e der um espirro o alastramento é muito menor se tiver com mascara, certamente mais de 90% do que ia espalhar fica na mascara!

        Já ninguém leva a OMS a sério!

      3. Avatar de O Monstro Precisa de Amigos
        O Monstro Precisa de Amigos

        A meu ver, as máscaras são só uma forma desesperada que alguns governos encontraram para tentar criar nas pessoas um sentimento geral de segurança, pois até aqui a OMS e a generalidade dos profissionais de saúde vinham defendendo que o uso das mesmas não deveria ser alargado à população toda. O que mudou? A necessidade de retomar as actividades económicas. Por enquanto, governantes e empresários estão convencidos de que só vão conseguir recuperar a confiança do público através do estabelecimento de uma lista infinita de regras de segurança. Vai-lhes sair o tiro pela culatra. Dentro em breve, serão os próprios agentes económicos a reclamar pela extinção dessas regras, assim que perceberem que as pessoas não saem de casa, não consomem nem entram nos estabelecimentos para não se sujeitarem a tantas imposições. Portanto, não te preocupes, essa petição não vai a lado nenhum, mas os produtores de bens e serviços vão eles próprios pressionar o governo para acabar com as máscaras, as desinfecções, as distâncias e com tudo o resto não tarda nada.