Cá estamos nós para mais uma análise e desta vez vamos analisar o Android topo de gama da Sony. Hoje em dia, e com o crescimento do Android, torna-se quase obrigatório para os grandes fabricantes de smartphones terem um terminal com este sistema. A Sony não foi excepção e apresentou a sua versão deste tão famoso sistema operativo, com uma UI feita pela Sony Ericsson chamada Rachel. Por isso veremos o que faz deste terminal um terminal de topo e quais os seus pontes fracos/fortes.
Algo que se nota neste dispositivo é que foi pensado ao pormenor, algo que também se nota no iPhone e é bastante agradável. Não quero com isto iniciar mais uma guerra nem nomear este terminal como mais um “iPhone killer”, porque seria injusto e não acho que tenha sido esse o objectivo da Sony Ericsson.
Como já disse anteriormente, este é um terminal de topo, e isso é visível pelas suas especificações técnicas.
Especificações Técnicas
- Dimensões: altura: 119mm; largura: 63mm; profundidade:13mm;
- Peso: 135 gramas;
- Cores: Preto e branco;
- Ecrã: Capacitivo de 4 polegadas com resolução de 854×480 pixeis;
- Conectividade: Bluetooth e Wi-Fi;
- Bateria: Carregável por USB ou pela corrente;
- Armazenamento: 1GB de memória interna expansível com cartões de memória microSD de até 16GB (cartão de 8GB incluído);
- Processador: Qualcomm QSD8250 Snapdragon a 1 GHz;
- RAM: 256MB;
- Câmara fotográfica e de vídeo:
- Câmara de 8.1 megapixeis;
- Auto-focus e flash/luz de foto;
- Gravação de vídeo;
- Home screen personalizável;
- Acelerómetro;
- GPS com receptor A-GPS;
- Android OS 1.6 com Timescape e Mediascape.
Todas as especificações técnicas
Caixa
Conteúdo da caixa:
- Sony Ericsson Xperia X10;
- Cabo Micro USB-USB;
- Adaptador para electricidade;
- Auricular Sony;
- Extensão do auricular com comando;
- Manual do Utilizador;
Quanto à caixa, nada de novo; apenas o normal (e essencial) para um aparelho deste género. Assim sendo, sem nada a destacar neste aspecto, passamos às primeiras impressões.
Primeiras impressões
Assim que se pega neste telemóvel, o seu design salta à vista. Está bastante bem trabalhado e, apesar de ter muito plástico, não deixa de ser atraente. É um smartphone grande (quase 12 centímetros de comprimento), mas como é bastante fino assenta bem no bolso e quase não se nota que está lá. O seu tamanho é o preço a pagar por um ecrã tão generoso.
Já por dentro, o que podemos destacar é a fluidez constante, apenas travada pelas limitações do Android OS, que às vezes encrava em movimentos mais rápidos, o que, faça-se justiça, não é culpa do processador, um pontentíssimo Snapdragon de 1GHz. Claro que todos esses problemas vão ser resolvidos, mas iremos falar nisso mais à frente. Para já vamos começar pelo Hardware.


















