Sejam bem-vindos a mais uma análise a um dispositivo móvel. Desta vez apresento-vos o N97 mini. Um smartphone que, juntamente com o N900, tem “sofrido” de uma popularidade enorme, ainda que isso seja habitual na Nokia.
Confesso que, de início, senti algum receio. O que tinha lido sobre estes dispositivos (tanto o N97 como o N97 mini), não era algo que abonasse muito a seu favor. Depois de o testar, isso passou. Estamos claramente perante um produto de topo da Nokia, e ele é tudo aquilo a que estamos habituados (tanto para o bom como para o mau).
Começando pelo início, pelas características: este N97 mini é muito parecido ao seu irmão mais velho N97. A única coisa que merece destaque, para além do preço, é só mesmo o tamanho do ecrã (se bem que utilizam a mesma resolução), e a memória interna de até 32Gb para o N97 e apenas 8GB para o N97 mini (embora ambos tenham um slot para cartões de memória MicroSD). Mas vamos ver as especificações deste smartphone ao pormenor.
Especificações técnicas
- Dimensões: altura: 113mm; largura: 52.5mm; profundidade:14.2mm;
- Peso: 138 gramas;
- Cores: Preto cereja e Garnet;
- Ecrã: 3,2 polegadas com resolução de 640×360 píxeis;
- Conectividade: Bluetooth e Wi-Fi;
- Bateria: Carregável por USB ou pela corrente;
- Autonomia:
- GSM:
- Em espera: 320 horas;
- Em conversação: 7 horas;
- WCDMA:
- Em espera: 310 horas;
- Em conversação: 4 horas;
- GSM:
- Armazenamento: 8GB de memória interna expansível com cartões de memória microSD de até 16GB;
- Processador: ARM11 434 MHz;
- Câmara fotográfica e de vídeo:
- Câmara de 5 megapíxeis com ópticas Carl Zeiss;
- Auto-focus e flash de LED duplo;
- Zoom digital até 14x;
- Câmara secundária para videochamadas (VGA, 640 x 480 píxeis)
- Home screen personalizavel;
- Symbian OS versão 9.4;
- Acelerómetro e bússola digital.
Todas as especificações técnicas
Tal como eu dizia há pouco, é um excelente dispositivo que peca sobretudo pela duração da bateria, aspecto em que o N97 me surpreendeu. Para além disso temos o normal para um smartphone desta gama, em que sou quase obrigado a assinalar a falta de multitouch. Acho que para além disso não tenho muito mais a destacar. Passamos agora aos verdadeiros testes.
Caixa
Dentro da caixa, não encontramos nada de mais. Apenas o comum para um smartphone.
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- Nokia N97 mini;
- Carregador do Nokia;
- Cabo de dados;
- Auricular Nokia;
- Manual do Utilizador;
- Ovi Suite DVD.
Primeiras impressões
À primeira vista, e analisando somente o aspecto, apercebi-me logo que os designers da Nokia foram beber à fonte da Apple. Isto porque este Nokia possui um cromado na lateral tal e qual o iPhone. Coincidência ou não, o que é um facto é que gostei do design e das cores deste dispositivo. Para além disso, não pude deixar de reparar na forma como o N97 se abre. Tenho de tirar o chapéu a quem fez isto pois apesar de por vezes se abrir e fechar abruptamente, nota-se que está bastante sólido e que por mais vezes que ele abra ou feche violentamente, nunca compromete (pelo menos no que eu pude reparar) o funcionamento do aparelho.
É uma pena que este dispositivo, depois de um dia de utilização (e vim a confirmar isto mesmo nos outros dias) seja um grande coleccionador de pó. Fica sujo por tudo e por nada. Sujo fica também o ecrã, que ganha a marca com qualquer dedo, ainda que esteja limpo.
Botões e saídas
Començando pelos três botões abaixo do ecrã: botão de Menu (tem uma luz em baixo que pisca sempre que temos mensagens ou chamadas não atendidas) para além dos habituais botões verde e vermelho.
Em cima, temos um botão On/Off juntamente com a entrada para os auriculares.
Na lateral esquerda podemos encontrar a patilha que bloqueia e desbloqueia o ecrã (dá muito jeito) assim como a saída para ligar ao computador ou carregar o dispositivo.
Na lateral direita, temos os habituais botões de volume e um para a câmara.























